Empreender não é tão fácil como parece

Empreender não é tão fácil como parece

Por Ulisses Dalcól*

Quantas reportagens acerca de empreendedorismo você já leu somente nesse ano? Quantas dicas, fórmulas e estratégias foram apresentadas, empresas especializadas que dizem transformar seu negócio e que seu produto será o mais vendido em pouco tempo? Pois é, como tudo, é muito bom para ser verdade.

O que muitos esquecem de dizer é que ter seu próprio negócio não é tão simples quanto parece. É difícil e uma jornada árdua, em que se deve ter em mente não somente sua independência financeira, mas muito trabalho.

Esqueça tudo o que já viu na mídia sobre pessoas que saíram do nada e hoje tem impérios bilionários. Existem alguns poucos casos, sim, mas não é a regra. Embora seja possível ter um produto inovador, de fácil venda e que trará resultado em pouco tempo, a realidade é bastante perversa quanto aos demais.

“E o que é necessário então para ser ter um negócio de sucesso?”, você deve estar se perguntando. O primeiro item da lista, é: trabalho. Tudo o que você faz num emprego, será multiplicado por dez; suas responsabilidades, seus afazeres e, na grande parte do tempo, não surtirá efeito imediato.

Há áreas em que o empreendedor deve saber que trabalhará até 18 horas por dia, sem poder descansar muito, porque está começando, e com a crise, que ainda não passou, o consumidor está relutante onde gastar seu dinheiro.

Muitos apostam em franquias, achando que franqueadores tem uma matriz de sucesso, mas no fim, terminarão com apenas mais uma dívida e um retorno triste ao mercado de trabalho.

O segundo item que deve empurrar o empreendedor é o conhecimento. Sim, conhecer seu produto, a que ele se destina, para que serve, qual função terá na vida do consumidor, quanto custará sua produção, quanto será custará, e o mais importante: quem é e onde está o seu público.

O público é o terceiro item e deve ser estudado em sua região, ou no país onde pretende investir. Deve conhecer os hábitos de consumo, quanto estão dispostos a pagar pelo seu produto e se gostam dele. Não quer dizer que deva vender exclusivamente para pessoas, outros potenciais compradores são as empresas, organizações, instituições e o principal: o Governo.

O caminho das pedras

O Governo é o principal consumidor de quase tudo que existe no mundo. E se seu produto puder ser adquirido por municípios, estados e pela própria União, por que não? Considere participar de licitações, faça cadastro em órgãos públicos, amplie sua rede de consumidores, esse é um passo importantíssimo para quem quer empreender.

E chegamos ao mais importante item para ser bem-sucedido no mundo dos negócios: dinheiro. Sem capital não há como pensar em ter um negócio, e não estamos falando de saldo do FGTS, da venda de um carro ou imóvel, mas sim de capital que mantenha seu negócio funcionando por pelo menos seis meses.

Abrir um estabelecimento ou vender um produto pela internet é uma ideia tentadora e fácil. Mas manter esse negócio dando resultados, e o mais complicado, mantê-lo durante os períodos em que não entra dinheiro algum é um ponto crucial para um negócio dar certo.

Um produto que não aparece é como se não existisse e marketing sai caro. Sem investimento é melhor seguir uma carreira qualquer e deixar o mundo dos negócios. Temos no Brasil, segundo dados do Empresômetro, empresa especializada em inteligência de mercado e que mantém registros de todas as empresas em atividade no Brasil, mais de 23 milhões de empresas ativas. Por que a sua seria mais uma? Por que ela deve existir? O que o seu negócio tem de diferente do que já existe no mercado? E a questão principal: há demanda para mais uma empresa\produto no ramo?

Desconfie de soluções milagrosas e promessas a curto prazo, empreender não é a saída mais fácil, e muitas noites serão mal-dormidas tentando dar cabo a problemas que você nunca teve antes.

Soluções comerciais, marcas e patentes são assuntos recorrentes no mercado, e muitas empresas oferecem serviços que nada mais são do que uma despesa para alguém que já está endividado. Pense nisso!

Nós da Descomplica Agência de Mídias apresentamos aos nossos clientes direções que devem ser seguidas não por um ou dois meses, mas durante a vida do negócio, buscando a prosperidade e a melhor forma de gerir e obter resultados.

Todos os dias, batem à nossa porta dezenas de empresários, dos mais diversos portes, buscando mágica. Costumamos dizer que não tiramos coelhos da cartola, mas propomos sempre soluções honestas e que, devido a maturidade do negócio, ou a falta dela, nem sempre são bem acatadas pelo empreendedor, que deve, sobretudo, saber ouvir e confiar no profissional que escolheu para gerenciar a comunicação e o marketing do seu negócio. Pois, a vida longa do empreendimento do nosso cliente, significa vida longa ao nosso negócio também.

Investimento é em longo prazo, soluções são para sempre, mas a realidade pode mostrar que o seu negócio precisa de um caminho que muitas vezes você ainda não se deu conta, e para isso é importante contar com uma equipe de profissionais que poderão lhe ajudar em seu sonho de empreender com sucesso.

 

*Ulisses Dalcól é Diretor-executivo e sócio-proprietário da Descomplica Agência de Mídias em Curitiba.

 

Real frota circulante no brasil é de 65,8 milhões de veículos, indica estudo

Real frota circulante no brasil é de 65,8 milhões de veículos, indica estudo

Real frota circulante no brasil é de 65,8 milhões de veículos, indica estudo


Elaborado pelo IBPT em parceria com o Empresômetro, o mais completo estudo sobre a efetiva frota circulante no país identifica total de 50,7 milhões de autoveículos e 15,1 milhões de motocicletas.

Curitiba, 19/03/18 – Devido aos efeitos da queda drástica das vendas de autoveículos (automóveis, caminhões e ônibus) nos últimos três anos, a frota circulante praticamente estagnou. Para se ter uma ideia, no ano de 2017, pouco mais de 889 mil veículos foram agregados a esta frota, um crescimento de apenas 1,37% em relação ao ano anterior. É o que indica o levantamento realizado pelo Empresômetro, empresa brasileira de inteligência de negócios em parceira com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação –  IBPT, instituição referência no Brasil em assuntos estratégicos e de tributação.

É um verdadeiro censo da frota brasileira, com a compilação de dados dos últimos oito anos de todos os veículos em circulação por tipo, marca, modelo e ano de fabricação por estado e por município, como explica o advogado tributarista e Coordenador de Estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral: “o estudo levou três anos para ser concluído e se constitui no mais completo levantamento da frota brasileira de veículos em circulação”, afirma.

Há no Brasil 65,8 milhões de veículos dos mais diversos tipos entre leves, ônibus, caminhões e motocicletas, todos esses em efetiva utilização. Desse total, 41,2 milhões são automóveis (62,65%), 7,0 milhões são comerciais leves (10,67%), 2 milhões são caminhões (3,09%), 376,5 mil são ônibus (0,57%)  e 15,1 milhões são motocicletas (23,01%).

O Estado de São Paulo possui a maior frota circulante, com 18,9 milhões de veículos (28,76% do total), seguido por Minas Gerais com 8,1 milhões de veículos (12,28%) e Paraná com 5,2 milhões de veículos (7,83%). Contrapondo-se, as menores frotas estão nos estados do Amapá, com 122,5 mil veículos (0,19% do total), Roraima, com 125,1 mil veículos (0,19%), e Acre, com 192,1 mil veículos (0,29% do total).

“Os números dos veículos efetivamente em circulação foram resultados de pesquisas junto ao Denatran, Secretarias de Estado da Fazenda (IPVA), ANTT – Seguradora Líder (DPVAT), com a captura de dados através da Lei de Acesso à Informação”, explica o presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike.

Desde 2011, quando mais de 4 milhões de veículos foram adicionados à frota, com crescimento de 8,32% em relação ao ano anterior, o ritmo de crescimento da quantidade de veículos em circulação vem caindo, atingindo um pífio aumento de 889 mil em 2017, equivalente a 1,37% em relação a 2016.  Segundo Olenike, “se não houver imediata mudança nas políticas para renovação da frota, haverá encolhimento dessa frota circulante, com reflexos econômicos perversos para o país”.

A relevância desse estudo para o governo e setor privado é elevada. “O levantamento é imprescindível para a formulação de políticas públicas e estratégias empresariais, interessando aos governos, montadoras, indústrias, atacadistas e varejistas de veículos, peças e acessórios, seguradoras, instituições financeiras, reparadores, entidades empresariais e instituições de ensino e pesquisa”, ressalta Gilberto Luiz do Amaral.

Link para Estudo – https://vempradescomplica.com.br/docs/estudo_frota_completo.pdf

Mais informações podem ser obtidas pelo site: http://www.ibpt.org.br ou pelo telefone (41) 2117-7300.

 

Atendimento à imprensa – Descomplica Agência de Mídias

Janaína Fogaça

Jana@agenciadescomplica.com.br

Ulisses Dalcól

ulisses@agenciadescomplica.com.br

Fone: 41 99692-4573 / 3030-4480

Facebook: @agenciadescomplica

Website: www.vempradescomplica.com.br

 

 

Clientes da Agência Descomplica

Seja você cliente da Agência Descomplica, como muitos outros que apostaram em nossos serviços! Revisões, edições, produção de conteúdo, assessoria de imprensa, gestão de comunicação interna, mídias sociais e muitos outros serviços que você pode conferir aqui.  Como eles, se quer ser notícia, venha para a Descomplica!