Instituto Amiga dos Sonhos prorroga campanha do agasalho para idosos

Instituto Amiga dos Sonhos prorroga campanha do agasalho para idosos

Doações podem ser feitas até o dia 17 de agosto e vai beneficiar Casa de Repouso Vovó Cecília

Agosto, 2019 – O inverno já chegou! Para espantar o frio, o Instituto Amiga dos Sonhos – IAS promove a Campanha do Agasalho 2019. As doações, em pontos estratégicos da cidade, já começaram a ser arrecadadas e foram prorrogadas até o dia 17 de agosto. Serão beneficiados idosos que residem na Casa de Repouso Vovó Cecília, no bairro Boqueirão, em Curitiba/PR.

“Nossa intenção é arrecadar roupas, calçados e cobertores em bom estado, levando carinho, agasalhos e dignidade aos moradores do Lar Vovó Cecília. Toda ajuda é bem-vinda”, destaca a presidente do IAS, Jussara Amaral.

A Casa de Repouso Vovó Cecília abriga 51 idosos, de ambos os sexos.

Confira a lista de empresas que já aderiram à campanha e veja onde entregar a sua doação.

– Loja dos Sonhos (R. João Bettega, 1919 – Portão).

– Amaral, Yazbek Advogados (Av. Cândido Hartmann, 50 – Bigorrilho).

– Empresômetro (Av. Anita Garibaldi, 850 – 710 – Cabral).

– Clínica Parceria (R. Frederico Cantarelli, 25 – Bigorrilho).

– Studio MC – Mauricio Cabeleireiro (Av. Brasília, 6518 – Novo Mundo).

– Neo Estética (R. Saldanha Marinho, 2222 – Centro).

– Boutique do Cabelo (Av. República Argentina, 2150 – Portão).

– Zamar Escritório de Contabilidade (R. José Loureiro, 133 – Centro).

– Amaral, Azevedo, Munõz Advogados e Associados (R. Ângelo Sampaio, 1615 – Batel).

– Simple (R. Euclides da Cunha, 597 – Bigorrilho).

– Urbana (R. Saldanha Marinho, 1212 – Centro).

– Diorella (R. Padre Anchieta, 1989 – Bigorrilho).

– Clínica COFIB (R. José Naves da Cunha, 51 – Seminário, Curitiba – PR).

-Kaiut Yoga (R. Saldanha Marinho, 1632 – Praça da Espanha).

-Kaiut Yoga Boqueirão (Rua Dulcília Sequinele Pinheiro, 202 – Boqueirão).

– Kaiut Yoga Cabral (Rua Clóvis Beviláqua 355 – Cabral).

– Kaiut Yoga São Lourenço (Rua Professor Nilo Brandão, 308 – São Lourenço).

– Kaiut Yoga Santa Felicidade (Av. Vereador Toaldo Túlio, 146 – Santa Felicidade).

– Kaiut Yoga São José dos Pinhais (Rua Tenente Djalma Dutra, 1348 – Centro).

– Dolce Fer (Rua Comendador Araújo, 906 – Batel).

 

Se interessou? Que tal ajudar também?

 

Além das parcerias com empresas e das doações à Loja dos Sonhos, o IAS precisa constantemente de voluntárias. Profissionais ligadas à saúde e educação podem doar parte do seu tempo e um pouco de suas habilidades. “São essas as únicas “moedas” circulantes no IAS, já que não trabalhamos com arrecadação de dinheiro”, afirma Jussara.

As empresas que tiverem interesse em aderir à campanha podem solicitar a caixa de doações na loja do IAS – R. João Bettega, 1919 – Portão.

 

Sobre o Instituto

O Instituto Amiga dos Sonhos surgiu em 2011, em Curitiba, inicialmente como um movimento produto da iniciativa de Jussara Amaral que convidou suas amigas de diversas áreas de atuação profissional e se uniram para realizar sonhos de outras mulheres carentes, chamadas de “amigas dos sonhos”.

Com o crescente recebimento de sonhos de todos os tipos e estruturação permanente de suas atividades, no final do 2011 o Instituto tornou-se uma associação civil sem fins lucrativos. De lá para cá já foram tornados realidade os sonhos de quase 200 “amigas dos sonhos”, além de mais de 6.500 pessoas terem sido beneficiadas em dezenas de campanhas periódicas promovidas pelo Instituto, como Páscoa, Dia da Beleza, Agasalho, Dia das Crianças e Natal.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3082 1413 ou pelo site www.amigadossonhos.com.br.

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Janaína Fogaça 

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Onde foi parar a nota fiscal?

Onde foi parar a nota fiscal?

Documento é fundamental para diversos serviços, como acionamento de garantia e troca de produtos

Julho, 2019 – Protagonista em assuntos que estão diretamente ligados à vida do cidadão brasileiro, o IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributaçãodesenvolveu o Citizen, primeiro aplicativo do país que revela ao usuário o valor dos tributos embutidos em cada compra. Mas não é só isso! Muito mais do que saber quanto está pagando em tributos, o Citizen serve como aliado do consumidor na hora de armazenar as suas notas fiscais para eventuais trocas de produtos e até mesmo para acionamento de seguros de eletrônicos e encaminhamentos de itens para a assistência técnica.

“Muitas vezes, o consumidor acaba descartando a nota fiscal porque acha que não vai precisar dela, é muito acúmulo de papel, no entanto ela é um documento importante, que serve para diversas situações, por isso incluímos a funcionalidade de armazenamento da nota fiscal no Citizen, para que o consumidor possa levar seu produto à assistência técnica ou acionar seguro de um aparelho de telefone celular em caso de roubo, por exemplo”, afirma o presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike.

Quem nunca adquiriu um produto e logo que chegou em casa se deparou com um defeito e, para piorar, jogou fora a nota fiscal, que atire a primeira pedra.

As notas armazenadas no Citizen servem também para a troca de produtos cujo defeito não foi observado na hora da compra. Muitas vezes o consumidor não repara no defeito porque o problema não é aparente; quando solicita a substituição, se depara com outro problema: a nota fiscal foi descartada e ele perdeu o direito à troca”, diz Olenike.

De interface simples, ao fazer a leitura do QR Code da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) ou do código de barras do DANFE da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) de cada compra, o cidadão consegue separar por categorias os itens adquiridos e, ao longo do tempo de uso, o aplicativo delineia o seu perfil consumidor e a sua inflação pessoal. Por meio do Citizen, que disponibiliza gráficos de leitura simples e intuitiva, é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria.

Disponível nas plataformas Android e iOS, diferente de outros aplicativos, o Citizen não coleta informações pessoais, como CPF e nem mesmo endereço ou renda. Outra facilidade do Citizen é que, independente da maneira utilizada para pagar as suas compras (dinheiro, crédito, débito, vale refeição ou alimentação), apenas a nota fiscal é necessária para alimentar o seu aplicativo, sem precisar ficar monitorando diversas ferramentas de controle de gastos.

Sobre o IBPT

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT atua desde 1992 na área de inteligência tributária ao realizar pesquisas, estudos e análises para gerar conhecimento e esclarecer a população sobre o complexo sistema tributário brasileiro. Ao mesmo tempo, vem transmitindo informações e dando consultoria estratégica sobre carga tributária setorial, implementando sistemas de governança tributária e desenvolvendo ferramentas e métodos a fim de incrementar a lucratividade das empresas. Seus projetos socio tecnológicos tem ampla utilização, como o Impostômetro, De Olho No Imposto, Lupa Nas Compras Públicas E Empresômetro.

Mais informações podem ser obtidas pelo site: http://www.ibpt.org.br ou pelo telefone (41) 2117-7300.

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Artigos de decoração – um bom negócio

Artigos de decoração – um bom negócio

Com quase metade do varejo de decoração do país, região Sudeste emprega milhares de pessoas e movimenta bilhões por ano

Julho de 2019 – De acordo com dados do Empresômetro, empresa especialista de inteligência de  mercado, atualmente há no país mais de 262 mil varejistas voltados ao comércio de móveis, iluminação, colchoaria, suvenir, objetos de arte e decoração, além de flores; e o setor é responsável por movimentar quase 100 bilhões de reais anualmente.

Com capacidade de empregar milhares de pessoas, do grupo de dados analisados, somente o varejo de flores é responsável por mais de 100 mil empregos no país todo.

“Com nosso levantamento de dados conseguimos identificar que as pequenas empresas, aquelas que têm um faturamento bruto entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões, são a grande massa de negócios no setor, com comércios pequenos que aos poucos adotam novas tecnologias para impulsionar seus negócios”, diz o empresário e CEO do Empresômetro, Otávio Amaral.

CNAE 47.547-01 COMÉRCIO VAREJISTA DE MÓVEISCNAE 47.547-02 COMÉRCIO VAREJISTA DE COLCHOARIACNAE 47.547-03 COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE ILUMINAÇÃO
PorteEmpresasPorteEmpresasPorteEmpresas
4 – Pequena Empresa73.8074 – Pequena Empresa19.3924 – Pequena Empresa3.292
2 – Microempreendedor Individual22.5722 – Microempreendedor Individual17.4082 – Microempreendedor Individual2.811
5 – Média Empresa3.0115 – Média Empresa3245 – Média Empresa30
6 – Grande Empresa1.4793 – Microempresa233 – Microempresa8
3 – Microempresa926 – Grande Empresa26 – Grande Empresa1
1 – Não Classificada1

 

CNAE 4789-0/03 COMÉRCIO VAREJISTA DE OBJETOS DE ARTECNAE 4789-0/01 COMÉRCIO VAREJISTA DE SUVENIRES E ARTESANATOSCNAE 4789-0/02 COMÉRCIO VAREJISTA DE PLANTAS E FLORES NATURAIS
PorteEmpresasPorteEmpresasPorteEmpresas
2 – Microempreendedor Individual4.4822 – Microempreendedor Individual45.4604 – Pequena Empresa16.249
4 – Pequena Empresa1.9694 – Pequena Empresa35.5142 – Microempreendedor Individual14.573
5 – Média Empresa35 – Média Empresa955 – Média Empresa35
1 – Não Classificada13 – Microempresa383 – Microempresa25
1 – Não Classificada341 – Não Classificada3
6 – Grande Empresa1

 

Na vitrine

Ao tratar de tecnologia, fala-se em meios de pagamento, pontos virtuais de venda e vitrines virtuais que, segundo Amaral “são ferramentas necessárias para quem quiser se manter no mercado”.

Com a maior parte dos negócios nas capitais, São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba são as cidades que mais concentram esses varejistas.

É um mercado que sofre com variações na economia e em outros setores. “É uma balança ajustada a princípio pelo mercado imobiliário, depois temos outros fatores, como redução do poder de compra do consumidor, aumento do preço dos insumos, balança comercial negativa, entre outros”, afirma o CEO.

CNAE 47.547-01 COMÉRCIO VAREJISTA DE MÓVEISCNAE 47.547-02 COMÉRCIO VAREJISTA DE COLCHOARIACNAE 47.547-03 COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE ILUMINAÇÃO
RegiãoEmpresasRegiãoEmpresasRegiãoEmpresas
Sudeste       42.502Sudeste                15.052Sudeste            3.735
Nordeste       25.720Nordeste                   9.829Sul            1.086
Sul       20.336Sul                   6.497Nordeste               791
Centro-Oeste         8.043Centro-Oeste                   3.778Centro-Oeste               374
Norte         4.352Norte                   1.993Norte               152

 

CNAE 4789-0/03 COMÉRCIO VAREJISTA DE OBJETOS DE ARTECNAE 4789-0/01 COMÉRCIO VAREJISTA DE SUVENIRES E ARTESANATOSCNAE 4789-0/02 COMÉRCIO VAREJISTA DE PLANTAS E FLORES NATURAIS
RegiãoEmpresasRegiãoEmpresasRegiãoEmpresas
Sudeste        3.813Sudeste          41.897Sudeste     16.014
Sul        1.021Sul          16.752Sul        7.694
Nordeste        1.020Nordeste          13.878Nordeste        3.581
Centro-Oeste           426Centro-Oeste            5.719Centro-Oeste        2.567
Norte           175Norte            2.894Norte        1.027

 

 

Tabela com as atividades do levantamento e as 5 cidades com mais empreendimentos

Mesmo havendo polos produtores por todo o país, a maior parte dos varejistas do setor avaliado pelo Empresômetro está na região Sudeste, 46% do todo, com as capitais São Paulo e Rio de Janeiro com o maior número de empreendimentos.

No Nordeste brasileiro se destacam Salvador e Fortaleza, essa última com grande número de negócios no setor moveleiro, são 1487 empresas que comercializam móveis.

Já no Sul do país, Curitiba é a cidade com mais empresas do grupo de dados analisados pelo Empresômetro; soma 4.861 negócios, com quase 2 mil no setor varejista de móveis.

 

SOBRE O EMPRESÔMETRO                                                                                                                                      

O Empresômetro é uma empresa que oferece soluções de mercado B2B para toda empresa que almeja crescer com inteligência. Oferta soluções que utilizam a mais alta tecnologia da informação, garantindo segurança na tomada de decisão de gestores de grandes empresas, como também proporciona conhecimento de mercado para pequenas e médias empresas através da ferramenta online, Empresômetro Listas.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2117-7300 ou pelo site www.empresometro.com.br.

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Microempreendedores Individuais já são quase 60% do total de indústrias do país

Microempreendedores Individuais já são quase 60% do total de indústrias do país

Julho de 2019 – Mesmo com o setor industrial tendo perdido milhares de vagas de emprego, ele ainda é um dos que mais cresce segundo dados do Empresômetro, empresa de inteligência de mercado que mantém o mais atual banco de informações de empresas no país.

Segundo esses dados, o setor responsável por movimentar mais de 1,3 trilhão de reais por ano, 59% do total de indústrias brasileiras são microempreendedores individuais. São pessoas que formalizaram sua situação como artesãos, vinagreiros, fabricante de sucos e velas, dentre outras possibilidades para esse tipo de empresa. As pequenas empresas também fortalecem o time, com 38% do total.

 

INDÚSTRIAS BRASILEIRAS POR PORTE
PORTEQUANTIDADE
2 – Microempreendedor Individual                      782.733
4 – Pequena Empresa                      504.622
5 – Média Empresa                         23.865
6 – Grande Empresa                           7.911
3 – Microempresa                               446
1 – Não Classificada                               267

 

São quase 783 mil empreendedores individuais em comparação as 7,9 mil grandes indústrias, somando 25,96% no grande centro industrial do país, o estado de São Paulo.

 

PANORAMA DAS INDÚSTRIAS
ESTADOQUANTIDADE
SÃO PAULO               341.080
MINAS GERAIS               161.574
RIO DE JANEIRO               118.371
RIO GRANDE DO SUL               108.172
PARANÁ               105.460
SANTA CATARINA                 92.300
BAHIA                 55.424
GOIÁS                 51.090
CEARÁ                 43.152
PERNAMBUCO                 39.322

 

Nesse estado (SP), temos 341 mil negócios do total de 1,3 milhão de indústrias ativas no país; destaque para os últimos cinco anos em que foram abertos mais de 637 mil novos empreendimentos no setor.

“Contabilizamos somente aquelas empresas que estão em atividade, que recolhem tributos, que contratam e geram renda, excluídas aquelas que em 12 meses não apresentam quaisquer movimentações”, esclarece Otávio Amaral, empresário e CEO do Empresômetro, sobre o levantamento.

 

PANORAMA INDÚSTRIA
CIDADEQUANTIDADE
SÃO PAULO                98.747
RIO DE JANEIRO                43.641
FORTALEZA                20.859
BELO HORIZONTE                19.702
CURITIBA                16.983

 

Em se tratando de cidades, temos nas capitais as grandes concentrações de empresas, com destaque para Fortaleza em terceiro lugar no ranking nacional e Curitiba em quinto lugar.

“São cidades que buscam investimentos e com a descentralização do setor e da economia, ganham espaço para sediar novos negócios”, diz Amaral.

Os dados ainda trazem número importantes sobre os fechamentos. O Empresômetro revela que até julho de 2019, foram baixados 1,2 milhão de CNPJs do setor.

Pelos números é possível notar que grades indústrias da transformação vêm perdendo espaço para pequenos empreendimentos e outros setores, e isso é parte de uma tendência mundial, por conta das mudanças impostas pela tecnologia.

“A redução das distâncias provida pela internet faz com que a indústria nacional tenha mais um concorrente; por meio de sites estrangeiros é possível adquirir produtos importados, algumas vezes mais baratos. A questão tributária também é um grande problema e precisa ser tratada pelo governo, um projeto que tenha como objetivo tributar menos a produção e consumo”, conclui o empresário.

SOBRE O EMPRESÔMETRO                                                                                         

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Saiba como é possível comprar pagando menos impostos

Saiba como é possível comprar pagando menos impostos

Por meio do aplicativo Citizen, do IBPT, consumidor tem acesso à sua inflação pessoal e perfil de consumo, além de saber quanto paga em tributos nos produtos que adquire

Julho, 2019 – Protagonista em assuntos que estão diretamente ligados à vida do cidadão brasileiro, o IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributaçãodesenvolveu o Citizen, primeiro aplicativo do país que revela ao usuário o valor dos tributos embutidos em cada compra.

De interface simples, ao fazer a leitura do QR Code da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) ou do código de barras do DANFE da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) de cada compra, o cidadão consegue separar por categorias os itens adquiridos e, ao longo do tempo de uso, o aplicativo delineia o seu perfil consumidor e a sua inflação pessoal. Por meio do Citizen, que disponibiliza gráficos de leitura simples e intuitiva, é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria.

“O Citizen foi desenvolvido pensando exclusivamente no cidadão. Com diferenciais únicos, o aplicativo ajuda o consumidor a saber onde (estabelecimento) está gastando mais, em qual tipo de produto e, dessa forma, ele pode fazer um comparativo mês a mês e ficar atento às suas finanças”, diz o presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike.

Além de ser um aliado do cidadão em suas compras, o Citizen é esclarecedor quando os assuntos são os tributos. “Somos reconhecidamente a instituição que mais se preocupa com a carga tributária do país. Recentemente, divulgamos a nona edição do IRBES – índice de Retorno ao Bem-Estar da Sociedade, estudo consagrado que revela a posição do Brasil quando o assunto é retorno de impostos entre os 30 países de mais alta carga tributária, e desde o início do estudo, ocupamos o último lugar. Tivemos efetiva participação na criação da lei que obriga o comerciante a inserir em local visível o valor pago pelo consumidor em tributos. Com o advento da tecnologia e a mudança muito rápida das coisas, não poderíamos ficar para trás, e o Citizen veio para incrementar aquilo que já fazemos e oferecemos para a sociedade”, destaca Olenike.

Economizando quando se paga menos impostos

O tributo está embutido em cada produto adquirido. No caso da cesta básica, por exemplo, ao longo de um ano, adquirindo 12 cestas básicas, o brasileiro poderia comprar outras três só com o valor do tributo. A questão é ficar de olho nos hábitos de consumo.

“Se o cidadão se propõe a fazer um acompanhamento da sua vida econômica pelo Citizen, ele consegue visualizar onde o produto que ele comprou, em estabelecimentos diferentes, custou mais barato e, dessa forma, se ele optar pelo local onde a compra foi ‘mais em conta’, ele estará economizando duas vezes: no valor do produto e nos tributos pagos”, conclui Olenike.

Disponível nas plataformas Android e iOS, diferente de outros aplicativos, o Citizen não coleta informações pessoais, como CPF e nem mesmo endereço ou renda. Outra facilidade do Citizen é que, independente da maneira utilizada para pagar as suas compras (dinheiro, crédito, débito, vale refeição ou alimentação), apenas a nota fiscal é necessária para alimentar o seu aplicativo, sem precisar ficar monitorando diversas ferramentas de controle de gastos.

Sobre o IBPT

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT atua desde 1992 na área de inteligência tributária ao realizar pesquisas, estudos e análises para gerar conhecimento e esclarecer a população sobre o complexo sistema tributário brasileiro. Ao mesmo tempo, vem transmitindo informações e dando consultoria estratégica sobre carga tributária setorial, implementando sistemas de governança tributária e desenvolvendo ferramentas e métodos a fim de incrementar a lucratividade das empresas. Seus projetos socio tecnológicos tem ampla utilização, como o Impostômetro, De Olho No Imposto, Lupa Nas Compras Públicas E Empresômetro.

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IBPT Educação forma tributaristas do futuro

IBPT Educação forma tributaristas do futuro

Julho de 2019 – O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT, por meio do seu braço educacional, IBPT Educação, vê que, somente qualificando profissionais da área tributária e fiscal será possível tornar o tributarista um profissional estratégico para desenrolar o emaranhado de normas tributárias e transformá-lo em inteligência de negócios aos seus clientes.

Segundo a diretora do IBPT Educação, Letícia Mary Fernandes do Amaral, um dos caminhos para atingir esse objetivo é “levar a metodologia do IBPT aos profissionais que atuam diretamente no ramo, difundindo esse conhecimento e ensinando como nosso altamente burocrático sistema tributário pode ser usado de forma estratégica na prestação de serviços pelos tributaristas”.

Atendendo aos anseios desses profissionais é que o IBPT Educação trouxe uma série de certificações, entre eles o MBA em Governança Tributária em parceria com a Universidade Positivo, que prepara para não só para a compreensão de questões técnicas do mundo tributário, mas também capacita em habilidades multidisciplinares como: gestão, economia e tecnologia da informação ligadas à tributação.

“A educação é o melhor caminho para entender qualquer área, o conhecimento é um dos instrumentos mais importantes para o crescimento pessoal e profissional”, diz Letícia.

Quem está antenado e sempre por dentro das constantes mudanças do sistema, além de entender essas mudanças, pode fazer com que empresas contribuintes gastem menos e sejam mais lucrativas por meio de estratégias que partem do conhecimento da tributação.

IBPT Educação estruturou suas atividades para efetivamente formar o tributarista do futuro, ou seja, o tributarista que consiga não apenas entender e acompanhar as questões técnicas relacionadas à área tributária, mas que também possa ir além, entendendo sobre como usar inteligência de mercado na prestação de seus serviços.

“Queremos formar profissionais estratégicos, verdadeiros diamantes para seus clientes”, afirma Letícia.

Por meio quatro níveis de certificações: o curso online Formação de Tributarista, que dá o Certificado de Tributarista Júnior; o BI & TAX PILLS: workshops de tributação e inteligência de negócios, que concede o título de Tributólogo nível 1; o Master em Tributação e Inteligência de Negócios, com o título de Master Tributólogo e o MBA em Governança Tributária, o IBPT Educação mostra que é possível entender e tirar estratégia de um dos mais complexos sistemas tributários do mundo.

Por isso mesmo, Letícia viu a necessidade de levar todo esse conhecimento sobre a metodologia do IBPT na formação de tributaristas, por meio da criação do seu perfil @tributaristadofuturo no Instagram. Lá ela vem publicando conteúdo sobre a temática, aconselhando profissionais em início de carreira e promovendo LIVES às terças e sextas-feiras às 13h.

SOBRE o IBPT Educação

Formar tributaristas do futuro com o selo de qualidade do IBPT é o propósito do IBPT Educação Ltda., empresa criada e dirigida pela advogada tributarista Letícia Mary Fernandes do Amaral.

Tendo como foco o treinamento profissional em tributação e inteligência de negócios, promove cursos em 4 níveis, do básico ao avançado, além de treinamentos, congressos e eventos na área tributária.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2117-7310 ou pelo site http://educacao.ibpt.com.br/

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Brasileiro empreende mais nos segmentos de moda e beleza

Brasileiro empreende mais nos segmentos de moda e beleza

Segundo dados do Empresômetro, esse setor foi responsável por mais de 15% das aberturas de novos negócios

Julho de 2019 – O primeiro semestre de 2019 foi marcado pelo varejo, de acordo com dados do Empresômetro, empresa especialista em inteligência de mercado. O comércio varejista foi responsável pelo maior número de empresas abertas, lojas de roupas e acessórios somaram mais de 85 mil unidades em todo o país.

Ao falarmos em moda e beleza, somados, são responsáveis por mais de 15% das mais de 15 milhões de empresas abertas durante os seis primeiros meses do ano.

“Nossos números traçam o perfil empreendedor do país, além de mostrar a preocupação desses empresários em formalizar suas atividades, e isso é excelente para a nossa economia”, diz o CEO do Empresômetro, Otávio Amaral.

Mesmo sendo setores marcados pela desaceleração, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado – ICVA, a aposta de muitos brasileiros ainda é o comércio.

“São atividades relacionadas com a vida das pessoas. Roupas, alimentação e construção têm íntima ligação com todos, e por isso o empreendedor almeja crescer nesses ramos”, diz Amaral.

Mas, segundo o empresário, esses mesmos números mostram atividades que podem ser lucrativas para quem arriscar. “Vimos que algumas atividades são pouco exploradas, como o comércio exterior e a fabricação de medicamentos para uso veterinário, e podem ser bastante rentáveis para quem souber investir nessas áreas”, afirma Amaral.

Mapa do empreendedorismo

O Empresômetro mapeou as regiões do país de acordo com o seu grau de empreendedorismo. Confira abaixo o potencial econômico e de investimento de cada uma das cinco regiões.

SUDESTE

Na Região Sudeste do país foram abertas mais de 816 mil novas empresas em 2019, são mais de 53% do total dos negócios iniciados no primeiro semestre. O estado de São Paulo, sozinho, tem uma parcela de 30,47% do total, seguido por Minas Gerais com 10,95% e Rio de Janeiro com 9,6%.

SUL

Na Região Sul, o Paraná é o estado que mais abriu empresas: foram 103 mil novos negócios, com destaque para obras em alvenaria, com 5,3 mil unidades.

NORDESTE

O estado da Bahia, maior na região, também foi responsável pelo grande número de novos empreendimentos, já somam mais de 72 mil, com as atividades de comércio varejista de roupas e cabeleireiros as mais procuradas pelos empreendedores baianos.

NORTE

Os empresários da região formalizaram quase 62 mil novas empresa entre janeiro e junho deste ano, o estado do Pará foi responsável mais de 47% desses negócios, com 29 mil unidades abertas. O destaque vai para os minimercados, atividades que aparece em segundo lugar no Estado, com 1.339 negócios abertos.

CENTRO-OESTE

Com mais de 134 mil novos negócios na região, destacam-se as atividades de moda e beleza, com o comércio varejista de roupas e acessórios as atividades mais buscadas pelos empresários, seguido pelos salões de beleza.

BRASIL

Atividade

Quantidade

4781400 – COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS

85.444

9602501 – CABELEIREIROS

81.894

7319002 – PROMOÇÃO DE VENDAS

55.898

4399103 – OBRAS DE ALVENARIA

52.167

5611203 – LANCHONETES, CASAS DE CHÁ, DE SUCOS E SIMILARES

35.670

5620104 – FORNECIMENTO DE ALIMENTOS PREPARADOS PREPONDERANTEMENTE PARA CONSUMO DOMICILIAR

32.895

8219999 – PREPARAÇÃO DE DOCUMENTOS E SERVICOS ESPECIALIZADOS DE APOIO ADMINISTRATIVO NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

31.012

5611201 – RESTAURANTES E SIMILARES

28.060

5320202 – SERVIÇOS DE ENTREGA RÁPIDA

27.679

4712100 – COMERCIO VAREJISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM PREDOMINÂNCIA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS – MINIMERCADOS, MERCEARIAS E ARMAZÉNS

26.787

SOBRE O EMPRESÔMETRO

O Empresômetro é uma empresa que oferece soluções de mercado B2B para toda empresa que almeja crescer com inteligência. Oferta soluções que utilizam a mais alta tecnologia da informação, garantindo segurança na tomada de decisão de gestores de grandes empresas, como também proporciona conhecimento de mercado para pequenas e médias empresas através da ferramenta online, Empresômetro Listas.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2117-7300 ou pelo site www.empresometro.com.br.

Atendimento à imprensa – Descomplica Agência de Mídias

Janaína Fogaça – jana@agenciadescomplica.com.br

Ulisses Dalcól – ulisses@agenciadescomplica.com.br

Fone: 41 9 9692.4573 – 41 3030-4480

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Para cada empresa fechada em 2019 outras três foram abertas, segundo Empresômetro

Para cada empresa fechada em 2019 outras três foram abertas, segundo Empresômetro

Maioria dos negócios criados e encerrados está na área varejista de vestuário

 

Julho de 2019 – Os últimos dados do Empresômetro, empresa brasileira de inteligência de mercado, mostram que para cada empresa que foi fechada este ano, três foram abertas.

“É uma tendência da economia brasileira. A busca pelo espaço no mercado, a necessidade de gerar renda e a facilidade de promover a regularização e cadastro de empresas faz com que o número aumente”, diz o CEO do Empresômetro, Otávio Amaral.

Nos últimos três anos, o comércio varejista de roupas e acessórios foi a atividade mais escolhida pelos empreendedores brasileiros, isso se reflete também na mortalidade das empresas.

“A consequência é a concorrência, o que, por sua vez, faz com que mais desses negócios fechem”, afirma Amaral, que acredita que até o final do ano esses números se mantenham.

Isso porque no ano de 2018 foram fechadas mais empresas do que abertas, um saldo negativo de 5%, mais de 2,4 milhões de cadastros foram encerrados naquele ano.

Desde 2014 a taxa de mortalidade foi subindo, até atingir o ápice no ano passado, mas 2019 começou com novo ânimo; além de mudanças na legislação, que trouxeram facilidades e redução da burocracia, e o contínuo acesso ao crédito.

“O que analisamos foi pura e simplesmente as empresas que tiveram seus cadastros no CNPJ encerrados, isto é, deixaram de existir de forma regular”, conta o CEO.

A média de crescimento dos últimos seis anos mostra que para cada empresa fechada, foram abertas 1,34. Veja a tabela comparativa abaixo.

ANO

TOTAL DE EMPRESAS BAIXADAS

TOTAL DE EMPRESAS ABERTAS

2014

567.368

1.193.401

2015

1.677.349

1.586.525

2016

1.420.367

1.717.190

2017

1.001.739

1.999.337

2018

2.478.767

2.345.345

2019

442.346

1.296.864

 

Para Amaral os dados somente ilustram um cenário comum em mercados como o das Américas, por exemplo, onde todos buscam uma oportunidade, mas nem sempre há o sucesso numa primeira empreitada.

“O empresário irá sofrer vários tombos pelo caminho, mas aquele que os superar e aprender com os erros irá prosperar, além de ajudar nosso país gerando renda e empregos”, conclui o empresário.

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Com tributos incidentes sobre os produtos cesta básica, brasileiro poderia comprar quase outras três, aponta IBPT

Com tributos incidentes sobre os produtos cesta básica, brasileiro poderia comprar quase outras três, aponta IBPT

Tributação de itens essenciais penaliza quem precisa deles para sua subsistência

Julho de 2019 – Começamos o mês com uma arrecadação de impostos que ultrapassa 1,3 trilhão de reais, segundo dados do Impostômetro.

Muito desse dinheiro vem de uma injustiça tributária e social: a alta tributação sobre o consumo, isto é, tudo o que consumimos de bens não-duráveis gera um grande valor de imposto a ser pago.

Para o presidente executivo do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, João Eloi Olenike, nosso sistema tributário é realmente injusto, com alíquotas iguais para todos os contribuintes, o que faz com que os mais carentes sofram mais com a carga de tributos dos produtos.

E isso fica fácil de identificar quando vemos um item como a cesta básica, que segundo dados do DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, custa, em média, R$443,56, sendo que, 23% desse valor é imposto.

“São R$102 por mês pagos em tributos sobre itens essenciais, pois compõem a cesta básica, e penalizam aqueles que, muitas vezes, só têm a cesta para sua subsistência”, diz Olenike.

Num ano são acumulados R$1,2 mil só com os tributos embutidos na cesta básica, com esse valor seria possível comprar quase outras três.

Antes de qualquer coisa, o cidadão precisa entender o quanto isso é danoso para a nossa sociedade; essa consciência é o primeiro passo para que haja o exercício da cidadania através da cobrança de normas que façam a correta aplicação dos princípios tributários.

“Sempre lutamos a favor de que o sistema seja baseado na cobrança sobre patrimônio e renda, e que itens essenciais para a vida das pessoas tenham uma alíquota menor, bem menor”, afirma o presidente executivo do IBPT.

A tabela abaixo mostra o valor médio da cesta básica em algumas capitais do país e o valor dos tributos embutidos nela.

Capital

Valor da cesta*

Valor recolhido como tributo*

São Paulo

509,11

117,0953

Rio de Janeiro

496,33

114,1559

Porto Alegre

479,53

110,2919

Vitória

475,84

109,4432

Brasília

474,94

109,2362

Florianópolis

474,07

109,0361

Campo Grande

447,50

102,925

Fortaleza

445,12

102,3776

Curitiba

443,86

102,0878

Belo Horizonte

443,26

101,9498

Goiânia

433,43

99,6889

Belém

408,67

93,9941

Recife

401,35

92,3105

João Pessoa

400,38

92,0874

Natal

399,01

91,7723

São Luís

395,58

90,9834

Aracaju

385,62

88,6926

Salvador

382,35

87,9405

Fonte: DIEESE e IBPT

* Valores em Reais

CONSCIENTIZAÇÃO É O PRIMEIRO PASSO

O brasileiro não tem o hábito de olhar na nota fiscal o valor dos tributos embutidos nas mercadorias que adquire. Embora seja lei, há ainda comerciantes que não inserem na nota fiscal e nem mesmo deixam visível no estabelecimento o valor dos impostos dos produtos. “Falta educação financeira e exercício de cidadania, pois é nossa obrigação saber para onde vai o dinheiro dos impostos que pagamos e cobrar do governo seu devido retorno”, esclarece Olenike.

Para ajudar o cidadão a saber quanto de tributo está pagando nos produtos que adquire, o IBPT lançou recentemente o aplicativo Citizen – Cidadão Contribuinte. Por meio dele, o usuário consegue ter uma dimensão de seus gastos e saber exatamente para onde seu dinheiro está indo. “É o primeiro aplicativo do Brasil a reunir as mais variadas informações sobre os hábitos de consumo do cidadão. Ali ele fica sabendo qual item custou mais caro, em qual estabelecimento suas compras foram mais vantajosas e com um diferencial único dos demais aplicativos que prometem o gerenciamento dos gastos: no Citizen, o usuário consegue saber quanto daquilo que ele pagou são tributos”, conta Olenike.

Disponível nas plataformas Android e iOS, após baixar o aplicativo e fazer o cadastro inicial, o usuário faz a leitura do QR Code da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) ou do código de barras do DANFE da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) de cada compra, podendo também lançar notas fiscais de meses anteriores. Por meio do app, que disponibiliza gráficos de leitura simples e intuitiva, é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria.

Sobre o IBPT

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT atua desde 1992 na área de inteligência tributária ao realizar pesquisas, estudos e análises para gerar conhecimento e esclarecer a população sobre o complexo sistema tributário brasileiro. Ao mesmo tempo, vem transmitindo informações e dando consultoria estratégica sobre carga tributária setorial, implementando sistemas de governança tributária e desenvolvendo ferramentas e métodos a fim de incrementar a lucratividade das empresas. Seus projetos sociotecnológicos tem ampla utilização, como o Impostômetro, De Olho No Imposto, Lupa Nas Compras Públicas E Empresômetro.

Mais informações podem ser obtidas pelo site: http://www.ibpt.org.br ou pelo telefone (41) 2117-7300.

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Crescimento de empresas de atacado e varejo desponta pelo Brasil

Crescimento de empresas de atacado e varejo desponta pelo Brasil

Empreendimentos ligados ao comércio de alimentos está entre os que mais cresceram, aponta Empresômetro

Junho, 2019 – O mercado varejista brasileiro vem crescendo. Para se ter uma ideia, as empresas que vendem roupas e acessórios somaram 20% de todos os negócios de varejo no ano passado, com mais de 956 mil unidades, segundo dados do Empresômetro.

O Empresômetro, empresa brasileira de inteligência de mercado, aponta que esse setor cresceu 56% em apenas quatro anos, desde 2015 até o final de 2018. Se levarmos em conta todo o varejo, o crescimento foi de 44% no número de empreendimentos.

“São dados que demonstram cuidado em formalizar suas empresas, além de diversos outros fatores, mas o maior deles é a busca pela independência financeira”, diz o CEO do Empresômetro, Otávio Amaral.

Atividades

2015

2016

2017

2018

4781400 – COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS

614.176

707.670

818.124

956.310

4712100 – COMÉRCIO VAREJISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM PREDOMINÂNICA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS – MINIMERCADOS, MERCEARIAS E ARMAZÉNS

339.508

375.218

415.676

461.052

4723700 – COMÉRCIOVAREJISTA DE BEBIDAS

110.881

136.820

166.904

200.675

4772500 – COMÉRCIO VAREJISTA DE COSMÉSTICOS, PRODUTOS DE PERFUMARIA E DE HIGIENE PESSOAL

101.681

125.193

150.869

180.373

4530703 – COMÉRCIO A VAREJO DE PEÇAS E ACESSÓRIOS NOVOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES

138.482

149.282

161.710

176.979

As primeiras 5 atividades com mais unidades no varejo, ano de 2018

Para alimentar todos esses negócios, é preciso que haja uma série de outras empresas para fornecer os bens a serem vendidos e é aí que entra o chamado atacadista. Um setor que cresceu 22,5% em quatro anos, e que 2018 somou mais de 336 mil novos negócios pelo país todo.

“Com a demanda final crescendo, cresce também a demanda por fornecedores, e isso faz com que as oportunidades no setor aumentem, levando investidores e empresários a desenvolverem atividades ali”, explica Amaral.

Sem muita surpresa, as empresas que vendem produtos alimentícios foram os estabelecimentos em maior número em 2018, mas não foram as que mais cresceram, como se pode ver pela tabela abaixo.

4637106 – COMERCIO ATACADISTA DE SORVETES

688

774

901

1.085

58%

4637103 – COMÉRCIO ATACADISTA DE ÓLEOS E GORDURAS

245

276

325

377

54%

4635403 – COMÉRCIO ATACADISTA DE BEBIDAS COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONAMENTO ASSOCIADA

781

867

1.001

1.196

53%

4684201 – COMÉRCIO ATACADISTA DE RESINAS E ELASTÔMETROS

398

438

507

578

45%

4691500 – COMÉRCIO ATACADISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM PREDOMINÂNCIA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS

4.035

4.490

5.104

5.615

39%

O comércio atacadista de sorvetes, por exemplo, cresceu 54%; claro que em números absolutos são quase 400 novos empreendimentos, mas se levarmos em conta que é um setor altamente supérfluo, é um indicativo de que a economia foi sendo aquecida durante o período do levantamento.

Outro atacadista que chama a atenção e cresceu 39% é o que vende produtos com predominância alimentícia, os “atacarejos”. Muitos deles com acesso por qualquer pessoa, não havendo a obrigatoriedade de um CNPJ, nem mesmo um valor mínimo para comprar como era em outros tempos.

Para Amaral, “as atividades econômicas todas vêm passando por mudanças, o que levava décadas para mudar, hoje leva meses. Com toda a competição, avanço tecnológico, globalização, renda e crédito maior, quem não mudar acaba perdendo espaço no mercado e isso é esperado, não existe mais atividade que se perpetue no tempo sem investimentos constantes como havia antes”, afirma.

Tudo isso mostra como a habilidade de entender o mercado e interpretar essas informações é importante para o empresário que pensa a longo prazo.

De volta para o passado

Voltando para 2018, as empresas do setor atacadista que mais abriram foram as relacionadas a produtos alimentícios, com mais de 19 mil negócios, seguidas pelo comércio de peças e acessórios para veículos, com mais de 17 mil unidades.

4639701 – COMÉRCIO ATACADISTA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS EM GERAL

19.031

4530701 – COMÉRCIO POR ATACADO DE PEÇAS E ACESSÓRIOS NOVOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES

17.591

4633801 – COMÉRCIO ATACADISTA DE FRUTAS, VERDURAS, RAÍZES, TUBÉRCULOS, HORTALIÇAS E LEGUMES FRESCOS

14.303

4642701 – COMÉRCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS, EXCETO PROFISSIONAIS E DE SEGURANÇA

13.186

4663000 – COMÉRCIO ATACADISTA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA USO INDUSTRIAL

10.019

“São atividades que estão relacionadas com o crescimento, seja da economia, como no caso das peças de veículos, seja da renda e até da população, como é o caso do comércio de alimentos”, diz o CEO do Empresômetro.

Os mesmos dados mostram ainda que a Região Nordeste possui o maior crescimento na rede de varejo, com média de 47% no período em que os dados foram levantados. Os estados de Pernambuco e Paraíba foram os que mais tiveram novos negócios varejistas abertos, com 55% de crescimento entre 2015 e 2018.

Ainda no Nordeste, Alagoas se destaca pelo crescimento de 43% do seu setor atacadista nos quatro anos do levantamento do Empresômetro, e de 13% em relação a 2017.

Na Região Sudeste destacou-se o estado do Rio de Janeiro, com crescimento de 54% no varejo desde 2015, com o setor atacadista crescendo 21% no mesmo período.

Já o Estado de São Paulo é, sem dúvida, o que move grande parte da economia nacional, concentrando mais de 1 milhão de varejistas e mais de 97 mil atacadistas. A região viu o mercado do varejo crescer 42% e o de atacado 22% em quatro anos.

“O levantamento do Empresômetro demonstra um reaquecimento da economia brasileira, com mudança de paradigmas, entre eles a formalização da pessoa jurídica, além de hábitos de compra, que pode ser visto pela busca das pessoas por consumir em atacadistas”, conclui Amaral.

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