Saiba como é possível comprar pagando menos impostos

Saiba como é possível comprar pagando menos impostos

Por meio do aplicativo Citizen, do IBPT, consumidor tem acesso à sua inflação pessoal e perfil de consumo, além de saber quanto paga em tributos nos produtos que adquire

Julho, 2019 – Protagonista em assuntos que estão diretamente ligados à vida do cidadão brasileiro, o IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributaçãodesenvolveu o Citizen, primeiro aplicativo do país que revela ao usuário o valor dos tributos embutidos em cada compra.

De interface simples, ao fazer a leitura do QR Code da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) ou do código de barras do DANFE da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) de cada compra, o cidadão consegue separar por categorias os itens adquiridos e, ao longo do tempo de uso, o aplicativo delineia o seu perfil consumidor e a sua inflação pessoal. Por meio do Citizen, que disponibiliza gráficos de leitura simples e intuitiva, é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria.

“O Citizen foi desenvolvido pensando exclusivamente no cidadão. Com diferenciais únicos, o aplicativo ajuda o consumidor a saber onde (estabelecimento) está gastando mais, em qual tipo de produto e, dessa forma, ele pode fazer um comparativo mês a mês e ficar atento às suas finanças”, diz o presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike.

Além de ser um aliado do cidadão em suas compras, o Citizen é esclarecedor quando os assuntos são os tributos. “Somos reconhecidamente a instituição que mais se preocupa com a carga tributária do país. Recentemente, divulgamos a nona edição do IRBES – índice de Retorno ao Bem-Estar da Sociedade, estudo consagrado que revela a posição do Brasil quando o assunto é retorno de impostos entre os 30 países de mais alta carga tributária, e desde o início do estudo, ocupamos o último lugar. Tivemos efetiva participação na criação da lei que obriga o comerciante a inserir em local visível o valor pago pelo consumidor em tributos. Com o advento da tecnologia e a mudança muito rápida das coisas, não poderíamos ficar para trás, e o Citizen veio para incrementar aquilo que já fazemos e oferecemos para a sociedade”, destaca Olenike.

Economizando quando se paga menos impostos

O tributo está embutido em cada produto adquirido. No caso da cesta básica, por exemplo, ao longo de um ano, adquirindo 12 cestas básicas, o brasileiro poderia comprar outras três só com o valor do tributo. A questão é ficar de olho nos hábitos de consumo.

“Se o cidadão se propõe a fazer um acompanhamento da sua vida econômica pelo Citizen, ele consegue visualizar onde o produto que ele comprou, em estabelecimentos diferentes, custou mais barato e, dessa forma, se ele optar pelo local onde a compra foi ‘mais em conta’, ele estará economizando duas vezes: no valor do produto e nos tributos pagos”, conclui Olenike.

Disponível nas plataformas Android e iOS, diferente de outros aplicativos, o Citizen não coleta informações pessoais, como CPF e nem mesmo endereço ou renda. Outra facilidade do Citizen é que, independente da maneira utilizada para pagar as suas compras (dinheiro, crédito, débito, vale refeição ou alimentação), apenas a nota fiscal é necessária para alimentar o seu aplicativo, sem precisar ficar monitorando diversas ferramentas de controle de gastos.

Sobre o IBPT

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT atua desde 1992 na área de inteligência tributária ao realizar pesquisas, estudos e análises para gerar conhecimento e esclarecer a população sobre o complexo sistema tributário brasileiro. Ao mesmo tempo, vem transmitindo informações e dando consultoria estratégica sobre carga tributária setorial, implementando sistemas de governança tributária e desenvolvendo ferramentas e métodos a fim de incrementar a lucratividade das empresas. Seus projetos socio tecnológicos tem ampla utilização, como o Impostômetro, De Olho No Imposto, Lupa Nas Compras Públicas E Empresômetro.

Mais informações podem ser obtidas pelo site: http://www.ibpt.org.br ou pelo telefone (41) 2117-7300.

Atendimento à imprensa – Descomplica Agência de Mídias

Janaína Fogaça – Jana@agenciadescomplica.com.br

Ulisses Dalcól – ulisses@agenciadescomplica.com.br

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IBPT Educação forma tributaristas do futuro

IBPT Educação forma tributaristas do futuro

Julho de 2019 – O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT, por meio do seu braço educacional, IBPT Educação, vê que, somente qualificando profissionais da área tributária e fiscal será possível tornar o tributarista um profissional estratégico para desenrolar o emaranhado de normas tributárias e transformá-lo em inteligência de negócios aos seus clientes.

Segundo a diretora do IBPT Educação, Letícia Mary Fernandes do Amaral, um dos caminhos para atingir esse objetivo é “levar a metodologia do IBPT aos profissionais que atuam diretamente no ramo, difundindo esse conhecimento e ensinando como nosso altamente burocrático sistema tributário pode ser usado de forma estratégica na prestação de serviços pelos tributaristas”.

Atendendo aos anseios desses profissionais é que o IBPT Educação trouxe uma série de certificações, entre eles o MBA em Governança Tributária em parceria com a Universidade Positivo, que prepara para não só para a compreensão de questões técnicas do mundo tributário, mas também capacita em habilidades multidisciplinares como: gestão, economia e tecnologia da informação ligadas à tributação.

“A educação é o melhor caminho para entender qualquer área, o conhecimento é um dos instrumentos mais importantes para o crescimento pessoal e profissional”, diz Letícia.

Quem está antenado e sempre por dentro das constantes mudanças do sistema, além de entender essas mudanças, pode fazer com que empresas contribuintes gastem menos e sejam mais lucrativas por meio de estratégias que partem do conhecimento da tributação.

IBPT Educação estruturou suas atividades para efetivamente formar o tributarista do futuro, ou seja, o tributarista que consiga não apenas entender e acompanhar as questões técnicas relacionadas à área tributária, mas que também possa ir além, entendendo sobre como usar inteligência de mercado na prestação de seus serviços.

“Queremos formar profissionais estratégicos, verdadeiros diamantes para seus clientes”, afirma Letícia.

Por meio quatro níveis de certificações: o curso online Formação de Tributarista, que dá o Certificado de Tributarista Júnior; o BI & TAX PILLS: workshops de tributação e inteligência de negócios, que concede o título de Tributólogo nível 1; o Master em Tributação e Inteligência de Negócios, com o título de Master Tributólogo e o MBA em Governança Tributária, o IBPT Educação mostra que é possível entender e tirar estratégia de um dos mais complexos sistemas tributários do mundo.

Por isso mesmo, Letícia viu a necessidade de levar todo esse conhecimento sobre a metodologia do IBPT na formação de tributaristas, por meio da criação do seu perfil @tributaristadofuturo no Instagram. Lá ela vem publicando conteúdo sobre a temática, aconselhando profissionais em início de carreira e promovendo LIVES às terças e sextas-feiras às 13h.

SOBRE o IBPT Educação

Formar tributaristas do futuro com o selo de qualidade do IBPT é o propósito do IBPT Educação Ltda., empresa criada e dirigida pela advogada tributarista Letícia Mary Fernandes do Amaral.

Tendo como foco o treinamento profissional em tributação e inteligência de negócios, promove cursos em 4 níveis, do básico ao avançado, além de treinamentos, congressos e eventos na área tributária.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2117-7310 ou pelo site http://educacao.ibpt.com.br/

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Brasileiro empreende mais nos segmentos de moda e beleza

Brasileiro empreende mais nos segmentos de moda e beleza

Segundo dados do Empresômetro, esse setor foi responsável por mais de 15% das aberturas de novos negócios

Julho de 2019 – O primeiro semestre de 2019 foi marcado pelo varejo, de acordo com dados do Empresômetro, empresa especialista em inteligência de mercado. O comércio varejista foi responsável pelo maior número de empresas abertas, lojas de roupas e acessórios somaram mais de 85 mil unidades em todo o país.

Ao falarmos em moda e beleza, somados, são responsáveis por mais de 15% das mais de 15 milhões de empresas abertas durante os seis primeiros meses do ano.

“Nossos números traçam o perfil empreendedor do país, além de mostrar a preocupação desses empresários em formalizar suas atividades, e isso é excelente para a nossa economia”, diz o CEO do Empresômetro, Otávio Amaral.

Mesmo sendo setores marcados pela desaceleração, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado – ICVA, a aposta de muitos brasileiros ainda é o comércio.

“São atividades relacionadas com a vida das pessoas. Roupas, alimentação e construção têm íntima ligação com todos, e por isso o empreendedor almeja crescer nesses ramos”, diz Amaral.

Mas, segundo o empresário, esses mesmos números mostram atividades que podem ser lucrativas para quem arriscar. “Vimos que algumas atividades são pouco exploradas, como o comércio exterior e a fabricação de medicamentos para uso veterinário, e podem ser bastante rentáveis para quem souber investir nessas áreas”, afirma Amaral.

Mapa do empreendedorismo

O Empresômetro mapeou as regiões do país de acordo com o seu grau de empreendedorismo. Confira abaixo o potencial econômico e de investimento de cada uma das cinco regiões.

SUDESTE

Na Região Sudeste do país foram abertas mais de 816 mil novas empresas em 2019, são mais de 53% do total dos negócios iniciados no primeiro semestre. O estado de São Paulo, sozinho, tem uma parcela de 30,47% do total, seguido por Minas Gerais com 10,95% e Rio de Janeiro com 9,6%.

SUL

Na Região Sul, o Paraná é o estado que mais abriu empresas: foram 103 mil novos negócios, com destaque para obras em alvenaria, com 5,3 mil unidades.

NORDESTE

O estado da Bahia, maior na região, também foi responsável pelo grande número de novos empreendimentos, já somam mais de 72 mil, com as atividades de comércio varejista de roupas e cabeleireiros as mais procuradas pelos empreendedores baianos.

NORTE

Os empresários da região formalizaram quase 62 mil novas empresa entre janeiro e junho deste ano, o estado do Pará foi responsável mais de 47% desses negócios, com 29 mil unidades abertas. O destaque vai para os minimercados, atividades que aparece em segundo lugar no Estado, com 1.339 negócios abertos.

CENTRO-OESTE

Com mais de 134 mil novos negócios na região, destacam-se as atividades de moda e beleza, com o comércio varejista de roupas e acessórios as atividades mais buscadas pelos empresários, seguido pelos salões de beleza.

BRASIL

Atividade

Quantidade

4781400 – COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS

85.444

9602501 – CABELEIREIROS

81.894

7319002 – PROMOÇÃO DE VENDAS

55.898

4399103 – OBRAS DE ALVENARIA

52.167

5611203 – LANCHONETES, CASAS DE CHÁ, DE SUCOS E SIMILARES

35.670

5620104 – FORNECIMENTO DE ALIMENTOS PREPARADOS PREPONDERANTEMENTE PARA CONSUMO DOMICILIAR

32.895

8219999 – PREPARAÇÃO DE DOCUMENTOS E SERVICOS ESPECIALIZADOS DE APOIO ADMINISTRATIVO NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

31.012

5611201 – RESTAURANTES E SIMILARES

28.060

5320202 – SERVIÇOS DE ENTREGA RÁPIDA

27.679

4712100 – COMERCIO VAREJISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM PREDOMINÂNCIA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS – MINIMERCADOS, MERCEARIAS E ARMAZÉNS

26.787

SOBRE O EMPRESÔMETRO

O Empresômetro é uma empresa que oferece soluções de mercado B2B para toda empresa que almeja crescer com inteligência. Oferta soluções que utilizam a mais alta tecnologia da informação, garantindo segurança na tomada de decisão de gestores de grandes empresas, como também proporciona conhecimento de mercado para pequenas e médias empresas através da ferramenta online, Empresômetro Listas.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2117-7300 ou pelo site www.empresometro.com.br.

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Para cada empresa fechada em 2019 outras três foram abertas, segundo Empresômetro

Para cada empresa fechada em 2019 outras três foram abertas, segundo Empresômetro

Maioria dos negócios criados e encerrados está na área varejista de vestuário

 

Julho de 2019 – Os últimos dados do Empresômetro, empresa brasileira de inteligência de mercado, mostram que para cada empresa que foi fechada este ano, três foram abertas.

“É uma tendência da economia brasileira. A busca pelo espaço no mercado, a necessidade de gerar renda e a facilidade de promover a regularização e cadastro de empresas faz com que o número aumente”, diz o CEO do Empresômetro, Otávio Amaral.

Nos últimos três anos, o comércio varejista de roupas e acessórios foi a atividade mais escolhida pelos empreendedores brasileiros, isso se reflete também na mortalidade das empresas.

“A consequência é a concorrência, o que, por sua vez, faz com que mais desses negócios fechem”, afirma Amaral, que acredita que até o final do ano esses números se mantenham.

Isso porque no ano de 2018 foram fechadas mais empresas do que abertas, um saldo negativo de 5%, mais de 2,4 milhões de cadastros foram encerrados naquele ano.

Desde 2014 a taxa de mortalidade foi subindo, até atingir o ápice no ano passado, mas 2019 começou com novo ânimo; além de mudanças na legislação, que trouxeram facilidades e redução da burocracia, e o contínuo acesso ao crédito.

“O que analisamos foi pura e simplesmente as empresas que tiveram seus cadastros no CNPJ encerrados, isto é, deixaram de existir de forma regular”, conta o CEO.

A média de crescimento dos últimos seis anos mostra que para cada empresa fechada, foram abertas 1,34. Veja a tabela comparativa abaixo.

ANO

TOTAL DE EMPRESAS BAIXADAS

TOTAL DE EMPRESAS ABERTAS

2014

567.368

1.193.401

2015

1.677.349

1.586.525

2016

1.420.367

1.717.190

2017

1.001.739

1.999.337

2018

2.478.767

2.345.345

2019

442.346

1.296.864

 

Para Amaral os dados somente ilustram um cenário comum em mercados como o das Américas, por exemplo, onde todos buscam uma oportunidade, mas nem sempre há o sucesso numa primeira empreitada.

“O empresário irá sofrer vários tombos pelo caminho, mas aquele que os superar e aprender com os erros irá prosperar, além de ajudar nosso país gerando renda e empregos”, conclui o empresário.

SOBRE O EMPRESÔMETRO                                                                                                                                      

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Com tributos incidentes sobre os produtos cesta básica, brasileiro poderia comprar quase outras três, aponta IBPT

Com tributos incidentes sobre os produtos cesta básica, brasileiro poderia comprar quase outras três, aponta IBPT

Tributação de itens essenciais penaliza quem precisa deles para sua subsistência

Julho de 2019 – Começamos o mês com uma arrecadação de impostos que ultrapassa 1,3 trilhão de reais, segundo dados do Impostômetro.

Muito desse dinheiro vem de uma injustiça tributária e social: a alta tributação sobre o consumo, isto é, tudo o que consumimos de bens não-duráveis gera um grande valor de imposto a ser pago.

Para o presidente executivo do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, João Eloi Olenike, nosso sistema tributário é realmente injusto, com alíquotas iguais para todos os contribuintes, o que faz com que os mais carentes sofram mais com a carga de tributos dos produtos.

E isso fica fácil de identificar quando vemos um item como a cesta básica, que segundo dados do DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, custa, em média, R$443,56, sendo que, 23% desse valor é imposto.

“São R$102 por mês pagos em tributos sobre itens essenciais, pois compõem a cesta básica, e penalizam aqueles que, muitas vezes, só têm a cesta para sua subsistência”, diz Olenike.

Num ano são acumulados R$1,2 mil só com os tributos embutidos na cesta básica, com esse valor seria possível comprar quase outras três.

Antes de qualquer coisa, o cidadão precisa entender o quanto isso é danoso para a nossa sociedade; essa consciência é o primeiro passo para que haja o exercício da cidadania através da cobrança de normas que façam a correta aplicação dos princípios tributários.

“Sempre lutamos a favor de que o sistema seja baseado na cobrança sobre patrimônio e renda, e que itens essenciais para a vida das pessoas tenham uma alíquota menor, bem menor”, afirma o presidente executivo do IBPT.

A tabela abaixo mostra o valor médio da cesta básica em algumas capitais do país e o valor dos tributos embutidos nela.

Capital

Valor da cesta*

Valor recolhido como tributo*

São Paulo

509,11

117,0953

Rio de Janeiro

496,33

114,1559

Porto Alegre

479,53

110,2919

Vitória

475,84

109,4432

Brasília

474,94

109,2362

Florianópolis

474,07

109,0361

Campo Grande

447,50

102,925

Fortaleza

445,12

102,3776

Curitiba

443,86

102,0878

Belo Horizonte

443,26

101,9498

Goiânia

433,43

99,6889

Belém

408,67

93,9941

Recife

401,35

92,3105

João Pessoa

400,38

92,0874

Natal

399,01

91,7723

São Luís

395,58

90,9834

Aracaju

385,62

88,6926

Salvador

382,35

87,9405

Fonte: DIEESE e IBPT

* Valores em Reais

CONSCIENTIZAÇÃO É O PRIMEIRO PASSO

O brasileiro não tem o hábito de olhar na nota fiscal o valor dos tributos embutidos nas mercadorias que adquire. Embora seja lei, há ainda comerciantes que não inserem na nota fiscal e nem mesmo deixam visível no estabelecimento o valor dos impostos dos produtos. “Falta educação financeira e exercício de cidadania, pois é nossa obrigação saber para onde vai o dinheiro dos impostos que pagamos e cobrar do governo seu devido retorno”, esclarece Olenike.

Para ajudar o cidadão a saber quanto de tributo está pagando nos produtos que adquire, o IBPT lançou recentemente o aplicativo Citizen – Cidadão Contribuinte. Por meio dele, o usuário consegue ter uma dimensão de seus gastos e saber exatamente para onde seu dinheiro está indo. “É o primeiro aplicativo do Brasil a reunir as mais variadas informações sobre os hábitos de consumo do cidadão. Ali ele fica sabendo qual item custou mais caro, em qual estabelecimento suas compras foram mais vantajosas e com um diferencial único dos demais aplicativos que prometem o gerenciamento dos gastos: no Citizen, o usuário consegue saber quanto daquilo que ele pagou são tributos”, conta Olenike.

Disponível nas plataformas Android e iOS, após baixar o aplicativo e fazer o cadastro inicial, o usuário faz a leitura do QR Code da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) ou do código de barras do DANFE da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) de cada compra, podendo também lançar notas fiscais de meses anteriores. Por meio do app, que disponibiliza gráficos de leitura simples e intuitiva, é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria.

Sobre o IBPT

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT atua desde 1992 na área de inteligência tributária ao realizar pesquisas, estudos e análises para gerar conhecimento e esclarecer a população sobre o complexo sistema tributário brasileiro. Ao mesmo tempo, vem transmitindo informações e dando consultoria estratégica sobre carga tributária setorial, implementando sistemas de governança tributária e desenvolvendo ferramentas e métodos a fim de incrementar a lucratividade das empresas. Seus projetos sociotecnológicos tem ampla utilização, como o Impostômetro, De Olho No Imposto, Lupa Nas Compras Públicas E Empresômetro.

Mais informações podem ser obtidas pelo site: http://www.ibpt.org.br ou pelo telefone (41) 2117-7300.

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Crescimento de empresas de atacado e varejo desponta pelo Brasil

Crescimento de empresas de atacado e varejo desponta pelo Brasil

Empreendimentos ligados ao comércio de alimentos está entre os que mais cresceram, aponta Empresômetro

Junho, 2019 – O mercado varejista brasileiro vem crescendo. Para se ter uma ideia, as empresas que vendem roupas e acessórios somaram 20% de todos os negócios de varejo no ano passado, com mais de 956 mil unidades, segundo dados do Empresômetro.

O Empresômetro, empresa brasileira de inteligência de mercado, aponta que esse setor cresceu 56% em apenas quatro anos, desde 2015 até o final de 2018. Se levarmos em conta todo o varejo, o crescimento foi de 44% no número de empreendimentos.

“São dados que demonstram cuidado em formalizar suas empresas, além de diversos outros fatores, mas o maior deles é a busca pela independência financeira”, diz o CEO do Empresômetro, Otávio Amaral.

Atividades

2015

2016

2017

2018

4781400 – COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS

614.176

707.670

818.124

956.310

4712100 – COMÉRCIO VAREJISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM PREDOMINÂNICA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS – MINIMERCADOS, MERCEARIAS E ARMAZÉNS

339.508

375.218

415.676

461.052

4723700 – COMÉRCIOVAREJISTA DE BEBIDAS

110.881

136.820

166.904

200.675

4772500 – COMÉRCIO VAREJISTA DE COSMÉSTICOS, PRODUTOS DE PERFUMARIA E DE HIGIENE PESSOAL

101.681

125.193

150.869

180.373

4530703 – COMÉRCIO A VAREJO DE PEÇAS E ACESSÓRIOS NOVOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES

138.482

149.282

161.710

176.979

As primeiras 5 atividades com mais unidades no varejo, ano de 2018

Para alimentar todos esses negócios, é preciso que haja uma série de outras empresas para fornecer os bens a serem vendidos e é aí que entra o chamado atacadista. Um setor que cresceu 22,5% em quatro anos, e que 2018 somou mais de 336 mil novos negócios pelo país todo.

“Com a demanda final crescendo, cresce também a demanda por fornecedores, e isso faz com que as oportunidades no setor aumentem, levando investidores e empresários a desenvolverem atividades ali”, explica Amaral.

Sem muita surpresa, as empresas que vendem produtos alimentícios foram os estabelecimentos em maior número em 2018, mas não foram as que mais cresceram, como se pode ver pela tabela abaixo.

4637106 – COMERCIO ATACADISTA DE SORVETES

688

774

901

1.085

58%

4637103 – COMÉRCIO ATACADISTA DE ÓLEOS E GORDURAS

245

276

325

377

54%

4635403 – COMÉRCIO ATACADISTA DE BEBIDAS COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONAMENTO ASSOCIADA

781

867

1.001

1.196

53%

4684201 – COMÉRCIO ATACADISTA DE RESINAS E ELASTÔMETROS

398

438

507

578

45%

4691500 – COMÉRCIO ATACADISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM PREDOMINÂNCIA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS

4.035

4.490

5.104

5.615

39%

O comércio atacadista de sorvetes, por exemplo, cresceu 54%; claro que em números absolutos são quase 400 novos empreendimentos, mas se levarmos em conta que é um setor altamente supérfluo, é um indicativo de que a economia foi sendo aquecida durante o período do levantamento.

Outro atacadista que chama a atenção e cresceu 39% é o que vende produtos com predominância alimentícia, os “atacarejos”. Muitos deles com acesso por qualquer pessoa, não havendo a obrigatoriedade de um CNPJ, nem mesmo um valor mínimo para comprar como era em outros tempos.

Para Amaral, “as atividades econômicas todas vêm passando por mudanças, o que levava décadas para mudar, hoje leva meses. Com toda a competição, avanço tecnológico, globalização, renda e crédito maior, quem não mudar acaba perdendo espaço no mercado e isso é esperado, não existe mais atividade que se perpetue no tempo sem investimentos constantes como havia antes”, afirma.

Tudo isso mostra como a habilidade de entender o mercado e interpretar essas informações é importante para o empresário que pensa a longo prazo.

De volta para o passado

Voltando para 2018, as empresas do setor atacadista que mais abriram foram as relacionadas a produtos alimentícios, com mais de 19 mil negócios, seguidas pelo comércio de peças e acessórios para veículos, com mais de 17 mil unidades.

4639701 – COMÉRCIO ATACADISTA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS EM GERAL

19.031

4530701 – COMÉRCIO POR ATACADO DE PEÇAS E ACESSÓRIOS NOVOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES

17.591

4633801 – COMÉRCIO ATACADISTA DE FRUTAS, VERDURAS, RAÍZES, TUBÉRCULOS, HORTALIÇAS E LEGUMES FRESCOS

14.303

4642701 – COMÉRCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS, EXCETO PROFISSIONAIS E DE SEGURANÇA

13.186

4663000 – COMÉRCIO ATACADISTA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA USO INDUSTRIAL

10.019

“São atividades que estão relacionadas com o crescimento, seja da economia, como no caso das peças de veículos, seja da renda e até da população, como é o caso do comércio de alimentos”, diz o CEO do Empresômetro.

Os mesmos dados mostram ainda que a Região Nordeste possui o maior crescimento na rede de varejo, com média de 47% no período em que os dados foram levantados. Os estados de Pernambuco e Paraíba foram os que mais tiveram novos negócios varejistas abertos, com 55% de crescimento entre 2015 e 2018.

Ainda no Nordeste, Alagoas se destaca pelo crescimento de 43% do seu setor atacadista nos quatro anos do levantamento do Empresômetro, e de 13% em relação a 2017.

Na Região Sudeste destacou-se o estado do Rio de Janeiro, com crescimento de 54% no varejo desde 2015, com o setor atacadista crescendo 21% no mesmo período.

Já o Estado de São Paulo é, sem dúvida, o que move grande parte da economia nacional, concentrando mais de 1 milhão de varejistas e mais de 97 mil atacadistas. A região viu o mercado do varejo crescer 42% e o de atacado 22% em quatro anos.

“O levantamento do Empresômetro demonstra um reaquecimento da economia brasileira, com mudança de paradigmas, entre eles a formalização da pessoa jurídica, além de hábitos de compra, que pode ser visto pela busca das pessoas por consumir em atacadistas”, conclui Amaral.

SOBRE O EMPRESÔMETRO

O Empresômetro é uma empresa que oferece soluções de mercado B2B para toda empresa que almeja crescer com inteligência. Oferta soluções que utilizam a mais alta tecnologia da informação, garantindo segurança na tomada de decisão de gestores de grandes empresas, como também proporciona conhecimento de mercado para pequenas e médias empresas através da ferramenta online, Empresômetro Listas.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2117-7300 ou pelo site www.empresometro.com.br.

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Janaína Fogaça – jana@agenciadescomplica.com.br

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IBPT firma convênio com Hospital Erasto Gaertner

IBPT firma convênio com Hospital Erasto Gaertner

Por meio do aplicativo Citizen, parceria tem como objetivo contribuir para a construção do Erastinho, primeiro hospital oncopediátrico do Paraná

Junho, 2019 – Uma parceria inédita entre o IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação e o Hospital Erasto Gaertner foi firmada recentemente. Por meio dela, as pessoas que decidirem doar as suas notas ficais, sem a inserção do CPF, podem fazê-lo por meio do aplicativo Citizen, do IBPT.

As doações obtidas por meio das notas fiscais têm como destino a construção do Erastinho, hospital 100% infantil para tratamento de pacientes com Câncer. “O Hospital Erasto Gaertner vai incentivar que as pessoas interessadas em realizar doação de notas fiscais para o estabelecimento passem a utilizar o aplicativo Citizen para essa finalidade. Por meio de nossas plataformas, conseguimos identificar a quantidade de doações realizadas”, diz o presidente-executivo do IBPT, João Eloi Olenike.

Solidariedade na palma da mão

Quem está habituado a pedir a nota fiscal sem o CPF e doá-la para instituições, encontra no Citizen um aliado. A partir de agora, as notas coletadas e escaneadas por meio do aplicativo e em que não constarem o CPF, serão imediatamente doadas ao Hospital Erasto Gaertner que receberá as doações para a construção do Erastinho.

“Essa é uma forma que o IBPT encontrou de dar suporte a uma causa tão nobre como essa. A construção do Erastinho vai ampliar a capacidade de atendimento do Erasto Gaertner, além de atender com exclusividade a crianças que veem de todo o Brasil buscar o atendimento de referência nacional executado por eles”, diz Olenike, que completa: “a nota fiscal sem CPF será muito bem-vinda e seu retorno será muito bem aplicado”.

De olho nos gastos e nos impostos

Protagonista em assuntos que estão diretamente ligados ao cotidiano do cidadão brasileiro, o IBPT lançou recentemente o aplicativo Citizen – Cidadão contribuinte, nele, o usuário consegue ter uma dimensão de seus gastos e saber exatamente para onde seu dinheiro está indo. “É o primeiro aplicativo do Brasil a reunir as mais variadas informações sobre os hábitos de consumo do cidadão. Ali ele fica sabendo qual item custou mais caro, em qual estabelecimento suas compras foram mais vantajosas e com um diferencial único dos demais aplicativos que prometem o gerenciamento dos gastos: no Citizen, o usuário consegue saber quanto daquilo que ele pagou são tributos”, conta Olenike.

Disponível nas plataformas Android e iOS, após baixar o aplicativo e fazer o cadastro inicial, o usuário faz a leitura do QR Code da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) ou do código de barras do DANFE da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) de cada compra, podendo também lançar notas fiscais de meses anteriores. Por meio do app é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria. Após seis meses de uso constante, registrando compras em supermercados, farmácias, lojas, postos de combustíveis e restaurantes, o aplicativo identifica a inflação do usuário.

Sobre o IBPT

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT atua desde 1992 na área de inteligência tributária ao realizar pesquisas, estudos e análises para gerar conhecimento e esclarecer a população sobre o complexo sistema tributário brasileiro. Ao mesmo tempo, vem transmitindo informações e dando consultoria estratégica sobre carga tributária setorial, implementando sistemas de governança tributária e desenvolvendo ferramentas e métodos a fim de incrementar a lucratividade das empresas. Seus projetos sociotecnológicos tem ampla utilização, como o Impostômetro, De Olho No Imposto, Lupa Nas Compras Públicas E Empresômetro.

Mais informações podem ser obtidas pelo site: http://www.ibpt.org.br ou pelo telefone (41) 2117-7300.

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Foto para divulgação

Empresas tradicionais apostam na expertise e na qualidade dos serviços para se manter no mercado

Empresas tradicionais apostam na expertise e na qualidade dos serviços para se manter no mercado

Investimento em comunicação, equipamentos próprios, funcionários treinados e destaque para a segurança estão entre os desafios dos empresários

O país tem visto um crescimento em diversos setores da economia. Um recente levantamento do Empresômetro, empresa especializada em inteligência de mercado, revelou que até maio, o país fechou o ano com mais de 1,2 milhão de novos empreendimentos.

De acordo com os dados obtidos, o maior número de abertura de novos negócios foi no setor varejista de roupas, seguido por serviços de cabeleireiros, promoção de vendas, obras em alvenaria e lanchonetes.

O desafio é constante e diário para os empresários de negócios tradicionais. Com essa concorrência aumentando, grandes empresas como as que trabalham com obras e manutenção de casas e prédios estão tendo que inovar para não serem deixadas para trás e engolidos pelos novos empreendedores.

Mudança de hábito

De acordo com o proprietário da Versátil Pinturas, Ricardo Canto, a estratégia de seu negócio passou por alterações para poder se manter no mercado e continuar oferecendo seus serviços. “Investimos em um marketing mais agressivo, com presença nas redes sociais e também priorizamos a vitrine do nosso empreendimento, mostrando para potenciais clientes os trabalhos que já desenvolvemos e a vantagem de contar com uma empresa que está há mais de 40 anos no mercado”, conta o empresário.

No entanto, a estratégia da Versátil Pinturas foi além do mundo virtual. Requisitada para executar obras em todo o país, tendo em seu portifólio cartões postais de diversas cidades brasileiras, para continuar firme no mercado e sem precisar repassar custos ao consumidor, a Versátil Pinturas investiu em equipamentos próprios.

“Possuímos todos os itens de segurança, EPIs – Equipamento de Proteção Individual, além de andaimes e demais itens necessários para trabalho em altura e com segurança. Como o equipamento é próprio, não há a necessidade de aluguel, ou seja, o contratante não precisa se preocupar com a locação de terceiros. Além disso, nossos equipamentos são periciados com frequência, garantindo que são realmente seguros, o que previne e evita acidentes”, afirma Canto.

Segurança – item essencial

Ao contratar uma empresa especializada, o contratante pode ficar despreocupado, pois ela é a responsável por verificar e garantir não só equipamentos seguros, como também a segurança dos profissionais que vão executar o serviço. “Quando se contrata alguém para executar um serviço complexo e até perigoso, o contratante responde por qualquer dano ou acidente que o profissional possa sofrer na execução da obra, e isso é muito arriscado. É uma dor de cabeça que pode ser evitada”, relata o empresário.

Fundada no Paraná em 1975, a Versátil Pinturas é uma das mais tradicionais empresas do segmento e conta com mão de obra especializada em pinturas. “Em mais de 40 anos de atuação, trabalhamos com os mais diversos perfis de obras, casas, apartamentos, prédios e estabelecimentos comerciais. Estamos aptos a executar pinturas em qualquer tipo de empreendimento, independente do seu porte, em qualquer lugar do país”, conta o empresário e diretor da Versátil Pinturas, Ricardo Canto.

Embora esteja localizada em Pinhais, a Versátil executa obras em todo o Brasil com organização e profissionalismo. Recentemente, uma equipe de oito pintores, engenheiro e técnico de segurança do trabalho se deslocaram para Palmas, no Tocantins, a fim de realizar a pintura de uma grande igreja. A obra deve durar cerca de três meses. “Fizemos a pintura de obra semelhante em Curitiba, e isso fez com que fôssemos convidados a também executar essa outra obra, do mesmo grupo, no Tocantins”, diz Canto.

Sobre a Versátil Pinturas

A Versátil Pinturas, presente no mercado paranaense desde 1975, é uma
das empresas líderes no segmento de pinturas em geral. A Versátil atua nos segmentos
comércio, indústria e residencial com finíssimo acabamento. A empresa executa serviços de pintura em residências, condomínios, shoppings, indústrias
e outros.

Mais informações podem ser obtidas pelo site: http://versatilpinturas.com.br/ ou pelo telefone (41) 3077-9144

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Abertura de novas empresas passa de 1,2 milhão, mas traz concorrência predatória ao mercado

Abertura de novas empresas passa de 1,2 milhão, mas traz concorrência predatória ao mercado

 

Junho de 2019 – Com os níveis de desocupação aumentando em cerca de 0,5% em relação ao trimestre anterior, de acordo com dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (13,2 milhões de pessoas desocupadas), desemprego, mudanças na legislação trabalhista e renda baixa, o brasileiro vem adotando a postura empreendedora que, há alguns anos, o amedrontava.

Segundo o Empresômetro, empresa brasileira de inteligência de mercado, até maio, o país fechou o ano com mais de 1,2 milhão de novos empreendimentos.

“O crescimento nos primeiros cinco meses do ano foi estável, com pouca variação, o que demonstra a atuação do perfil empreendedor do brasileiro, algo que nunca havia sido imaginado como alternativa”, diz o CEO do Empresômetro, Otávio Amaral.

As atividades econômicas que mais abriram não mudaram, são aquelas essenciais na vida moderna e que têm afinidade com a maioria das pessoas.

“São lojas de roupas, salões, lanchonetes e serviços de entrega de comida, além da construção civil. São negócios que impulsionam o mercado empreendedor, além de serviços que podem ser prestados com pouco treinamento e que, geralmente, têm um retorno imediato”, afirma Amaral.

De acordo com o levantamento do Empresômetro, o maior número de abertura de novos negócios foi no setor varejista de roupas, seguido por serviços de cabeleireiros, promoção de vendas, obras em alvenaria e lanchonetes.

 

Atividade – Ref. maio de 2019 
4781400 – COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS14186
9602501 – CABELEIREIROS12296
7319002 – PROMOçãO DE VENDAS9682
4399103 – OBRAS DE ALVENARIA8745
5611203 – LANCHONETES, CASAS DE CHá, DE SUCOS E SIMILARES6461

 

Uma boa notícia para o mercado, mas uma não tão boa para o empresário de negócios tradicionais. Com essa concorrência aumentando, grandes empresas como as que trabalham com obras e manutenção de casas e prédios estão tendo que inovar para não serem deixadas para trás e engolidos pelos novos empreendedores.

São reduções de preços, incrementação dos serviços, demissões, marketing mais agressivo, além do medo de ser colocado para fora do mercado.

“Com custos maiores, toda a expertise de anos desses tradicionais negócios pode ser um empecilho; com a concorrência aumentando, mas como estão começando e querem ‘fazer nome no mercado’, oferecem mais serviços por preços menores, quebrando grandes concorrentes”, esclarece Amaral.

A economia ainda instável, taxas de desocupação e desemprego em elevação, e vendo como saída o auto emprego e o próprio negócio, o brasileiro busca alternativas que possam trazer uma renda maior para dentro de casa, além da satisfação pessoal com suas atividades.

“Acreditamos que até o final do ano, esses segmentos, que estão em franco crescimento, devem seguir essa linha de ascensão, no entanto, em breve, o mercado poderá apresentar uma saturação desse tipo de serviço e profissional, o que fará com que esse novo empresário busque alternativas diante da concorrência, ou que volte ao mercado formal como empregado”, conclui Amaral.

SOBRE O EMPRESÔMETRO                                                              

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A MP da Liberdade Econômica e sua repercussão no Direito Tributário

A MP da Liberdade Econômica e sua repercussão no Direito Tributário

Por Letícia Mary Fernandes do Amaral*

 

A Medida Provisória nº 881/19 de 30 de abril instituiu, principalmente, a Declaração de Direitos de Liberdade Econômica, além de medidas de proteção à livre iniciativa e exercício de atividade econômica.

Em seu bojo, trouxe alterações que impactam diretamente o Direito Tributário, em especial em relação à desconsideração da personalidade jurídica, com determinação específica dos conceitos de desvio de finalidade e confusão patrimonial, que anteriormente ficavam a cargo de interpretações das partes ou do judiciário, vide as alterações no artigo 50 do Código Civil promovidas pela MP 881/19.

Essa importante mudança faz com que haja maior precisão acerca das hipóteses em que sócios ou administradores de empresas acabem por responder com seus bens em caso de dívidas da empresa, inclusive tributárias. Pela nova redação, apenas administradores ou sócios que tenham se beneficiado direta ou indiretamente com o abuso da personalidade jurídica (por desvio de finalidade ou confusão patrimonial) é que poderão responder com seus bens particulares.

Outro ponto de grande impacto se relaciona à uma possível maior segurança jurídica no Direito Tributário, decorrente das importantes alterações que o artigo 14 da MP faz na Lei Federal de nº 10.522/200, que regulamenta o Cadastro Informativo de créditos não quitados do setor público federal (Cadin).

Com a inclusão do artigo 18-A em seu teor, fixou-se a competência de regulamentar atos da Fazenda Nacional através de um comitê formado por integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Esse ente editará enunciados de súmulas da administração tributária federal, uniformizando o entendimento e estabelecendo a vinculação de atos ordinários (regulamentos, portarias etc.) a essas súmulas.

Mais, a alteração do artigo 19 da mesma lei, trouxe a obrigatoriedade da Fazenda Nacional em não contestar, oferecer contrarrazões ou interpor recursos quando, através de parecer do Procurador-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou do Advogado-Geral da União, estes concluam no mesmo sentido em que o contribuinte, da mesma forma, quando houver súmula de tribunal.

Há, no mesmo artigo, a faculdade da Fazenda Nacional de desistir dos recursos já interpostos, o que favorece muitos contribuintes, claro que isso se dará quando não houver qualquer outro fundamento para o prosseguimento das ações. Nesse sentido, no dia 03 de junho, foi anunciado termo de acordo firmado entre o Superior Tribunal de Justiça e a PGFN para que esta peticione pela desistência nos processos com créditos de “baixa recuperabilidade”, ou seja, com pouca chance de serem efetivamente recebidos.

Além disso, com a inclusão do artigo 19-A na Lei do Cadin, os auditores fiscais da Receita Federal não poderão constituir créditos tributários nas hipóteses previstas no artigo 19, isto é, havendo parecer favorável ao contribuinte, vinculará todos os atos da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, no que diz respeito a créditos tributários.

Além disso, pela redação dada ao artigo 19-C, ainda em se tratando da Lei Federal nº10.522/2002, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional poderá deixar de ajuizar, contestar ou interpor recursos em ações que, em razão do ínfimo benefício patrimonial, não atender aos critérios de racionalidade, de economicidade e de eficiência. Questões relativas a créditos de pequena monta poderão deixar de ser cobradas pelo ente estatal. Tanto que no dia 29 de maio foi publicada a Portaria PGFN nº 520/2019 para autorizar a suspensão de execuções fiscais cujo valor consolidado seja igual ou inferior a um milhão de reais ou cujos débitos sejam considerados irrecuperáveis ou de baixa perspectiva de recuperação, desde que não constem dos autos informações de bens e direitos úteis à satisfação, integral ou parcial, do crédito executado.

Podem parecer poucas e de pouco impacto essas alterações, mas para os profissionais do Direito Tributário, elas podem ser a diferença quando da defesa do contribuinte perante a Fazenda Nacional, uma vez que existindo a possibilidade de extensão de interpretações entre atos regulatórios, o contribuinte poderá vir a ser efetivamente beneficiado e ter maior segurança jurídica nos seus pleitos nas esferas administrativas e judiciais.

 

*Letícia Mary Fernandes do Amaral é advogada tributarista, sócia da Amaral, Yazbek Advogados e vice-presidente do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação.