Mercado da tecnologia cresce 118% em 10 anos no brasil

Mercado da tecnologia cresce 118% em 10 anos no brasil

Empresômetro aponta que serviços de tecnologia tiveram alto crescimento no país

Março de 2019 – O setor de tecnologia vem crescendo no Brasil segundo o Empresômetro, empresa de inteligência de negócios. Em dez anos, a média ultrapassa os 118%. Para um mundo cada vez mais conectado, com informações à palma da mão, é uma realidade que se renova diariamente.

O setor de serviços foi o que mais cresceu. Para se ter uma ideia, a atividade de web design, em 2008, apresentava pouco mais de 25 negócios formalizados, em 2018 foram abertos mais de 207 empreendimentos dentro da área de atuação.

“O setor de serviços tende a crescer. À medida que a tecnologia aumenta, são criados novos postos de trabalhos e extintos aqueles que não fazem parte da nova realidade trazida por ela mesma”, diz o empresário e diretor do Empresômetro, Otávio Amaral.

Outra atividade que demonstra essa tendência é o serviço de manutenção, suporte e outros em tecnologia da informação, que apresentou um crescimento de 119% em dez anos e hoje são mais de 4.600 novos negócios.

“Manter esse crescimento vai depender das novas tecnologias, estamos vendo um aumento do uso de Inteligência Artificial nos mais variados campos, inclusive para trabalhos intelectuais, mas o setor de serviços deve prosperar por mais algum tempo, pois a capacidade de uma pessoa em criar e gerar soluções ainda supera as máquinas e softwares”, informa Amaral.

O levantamento do Empresômetro levou em conta atividades relacionadas estritamente com tecnologia, vinculadas à computação e software. Além das fintechs, as empresas criadas para facilitar transações financeiras, também foram consideradas.

“É sempre desafiador encontrar parâmetro de mercado, mas pudemos limitar nossa análise apenas àqueles que denotam o mercado tecnológico brasileiro, dentro disso, são negócios que tratam de criação de software, hardware e tecnologia da informação, pois são o centro da atividade”, esclarece o empresário.

O interessante é perceber que a atividade relacionada à fabricação e montagem de equipamentos de informática e seus periféricos teve alta queda, com redução de até 62% no número de negócios.

“É natural que as fábricas sejam reduzidas, uma vez que a facilidade em produzir em outros países, como a China e cidades-estados como Singapura, faça com que empresários foquem esforços nas vendas dos equipamentos aqui no Brasil e não mais em fabricação”, explica Amaral, que vê com bons olhos essa com concorrência: “se pensarmos que é possível trazer produtos com um custo menor e de alta tecnologia, isso é um ganho para a sociedade brasileira”.

Na tabela abaixo é possível perceber toda essa movimentação do mercado, comparando 2008 com o ano passado.

 

Ramo de Atividade 2008 2018 Totais %
6462000 – HOLDINGS DE INSTITUICOES NAO-FINANCEIRAS 2.034 6.346 42.846 212,00
6209100 – SUPORTE TECNICO, MANUTENCAO E OUTROS SERVICOS EM TECNOLOGIA DA INFORMACAO 2.107 4.608 35.633 118,70
6201501 – Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda 2.145 2.184 19.886 1,82
         
6204000 – CONSULTORIA EM TECNOLOGIA DA INFORMACAO 1.418 2.375 13.453 67,49
6202300 – DESENVOLVIMENTO E LICENCIAMENTO DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR CUSTOMIZAVEIS 446 1.048 7.137 134,98
6203100 – DESENVOLVIMENTO E LICENCIAMENTO DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR NAO-CUSTOMIZAVEIS 211 583 3.750 176,30
6201502 – Web design 25 207 914 728,00
2621300 – FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA 37 14 229 -62,16
2622100 – FABRICACAO DE PERIFERICOS PARA EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA 21 16 225 -23,81

 

Lição de casa

O próprio Empresômetro é um símbolo dos novos tempos. Criado dentro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, a spin-off começou a abraçar um novo nicho no mercado, por meio da compilação de informações disponíveis em bases públicas. Dessa forma, o Empresômetro coleta as informações, faz o cruzamento dos dados e disponibiliza a outras empresas, de acordo com o segmento que elas desejam.

“Temos a base mais atualizada do país sobre as empresas em atividade no Brasil. Nossas informações são úteis para que os empresários refinem a sua busca na prospecção de novos clientes e ajudem a medir a economia do país como um todo. Por meio delas, também somos capazes de identificar regiões no Brasil com maior inclinação a diferentes tipos de negócios”, conta Amaral.

Por meio da utilização de ferramentas modernas, empregando tecnologia de ponta, o Empresômetro usa robôs que trabalham ininterruptamente para a captura de dados. “Uma hora de trabalho deles (robôs) equivale a 200 dias trabalhados por um humano, ou seja, o trabalho mecânico, repetitivo, é muito mais rápido e eficiente com esse artifício e economicamente muito mais viável, pois como são serviços simples, mas que requerem agilidade, não compensaria disponibilizar recursos humanos para a conclusão dessa tarefa”, conclui o empresário.

SOBRE O EMPRESÔMETRO                                                                                                                                      

O Empresômetro é uma empresa que oferece soluções de mercado B2B para toda empresa que almeja crescer com inteligência. Oferta soluções que utilizam a mais alta tecnologia da informação, garantindo segurança na tomada de decisão de gestores de grandes empresas, como também proporciona conhecimento de mercado para pequenas e médias empresas através da ferramenta online, Empresômetro Listas.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2117-7300 ou pelo site www.empresometro.com.br.

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O que é verdade e o que é mito quando se fala em reprogramação de veículos

O que é verdade e o que é mito quando se fala em reprogramação de veículos

Especialista da SFI CHIPS tira dúvidas e explica o procedimento que traz ganho de potência aos carros

Março de 2019 – Todo entusiasta adora personalizar seus carros, uma asa traseira, um farol mais escuro, um escape com ronco mais grave e um motor com um pouco mais de potência. E proporcionar essa potência extra ficou mais fácil com o advento das centrais eletrônicas que controlam quase tudo no motor.

“Na década de 90 tínhamos muitas pessoas investindo em chips, mas a complexidade das centrais e dos motores fez com que fosse preciso mais que um chip genérico para ganhar a potência desejada”, diz Márcio Medina, um dos maiores especialistas em reprogramação de veículos do país. Sua preparadora, a SFI CHIPS, tem experiência de sobra no ramo, são mais de dez anos e 12 títulos do Rally dos Sertões.

Muito se lê e ouve por aí sobre a preparação e a reprogramação de motores, mas o que é verdade nisso tudo? O especialista esclarece algumas dúvidas que cercam o procedimento.

Mitos e verdades

A primeira dúvida mais recorrente é: quando é realizada a reprogramação da central eletrônica de um veículo, seja um carro de passeio, seja um caminhão, há perda da garantia?

“A garantia de um veículo está atrelada a um defeito que ele possa ter, se o mesmo decorre de algo alheio à reprogramação, não há perda da garantia. Do mesmo modo se a reprogramação feita for mal dimensionada e acarretar algum dano, este não será coberto pela garantia”, esclarece Medina.

Outra pergunta que sempre é feita quando se fala em reprogramar é: meu carro vai gastar mais combustível após o procedimento?

“Depende. Se uma pessoa gosta de levar o carro ao limite de sua força, mesmo com torque melhorado e na menor rotação possível do motor, é óbvio que gastará mais combustível. Mas alguém que anda tranquilo, por ter esse torque maior em rotações menores, terá um rendimento melhor e, por consequência, um consumo menor. Por isso depende do modo de condução do motorista. Quanto mais ‘pesado’ o pé, mais combustível irá gastar”.

Quanto aos veículos que podem passar pela reprogramação de ECU – Electronic Control Unit: pode ser qualquer carro?

“Qualquer veículo que conte com controle eletrônico das funções do motor. Isso quer dizer que carros aspirados, turbinados, diesel, gasolina e flexpodem ser otimizados. Além disso, os veículos pesados também podem colher os benefícios de um torque maior em baixa rotação, frotas de caminhões, ônibus e tratores. Também barcos e lanchas mais modernos podem ter suas centrais eletrônicas modificadas para ter um desempenho melhor”, enumera o especialista.

Mais uma dúvida que sempre gera polêmica é: Haverá um desgaste prematuro das peças do motor pelo ganho de potência gerado pela reprogramação da ECU?

“Sim e não. Porque isso, caso não haja um dimensionamento correto e seja realizado um procedimento que estresse demais as peças do câmbio, por exemplo, ele provavelmente irá quebrarPor isso na SFI CHIPS traçamos o perfil do veículo e dentro dos parâmetros impostos pelas fábricas é que realizamos o remapeamento da central, de forma que cada componente esteja em harmonia com o ganho de potência. Além disso, o modo de condução pode levar ao desgaste das peças do motor, se ele é sempre exigido ao máximo, haverá um desgaste muito maior do que se estivesse em baixa rotação, e isso é para qualquer veículo, independente de ter passado pela reprogramação”, afirma Medina.

É possível ganhar potência em qualquer carro, a dúvida é: quanto um carro ganha em média de potência?

“O que sempre dizemos é, nenhum carro é igual a outro. Um carro pode ter motor aspirado, turbo, injeção direta, entre outras tantas características. Nossos softwares são desenvolvidos para cada modelo e, assim, após longos testes, podemos dizer que em um determinado modelo de carro haverá o ganho específico. Modelos mais antigos e aspirados, ganharão poucos HPs, mas é possível trabalhar a curva de torque e reduzir o tempo para que se chegue a essa potência maior. Nos carros turbinados, já há um ganho maior, pois é possível combinar injeção e turbo. Quanto maior a cilindrada do veículo, maior a potência que o mesmo consegue gerar e suportar. Números são interessantes, mas na SFI CHIPS mostramos que o resultado, a potência e a economia são melhores que qualquer porcentagem apresentada por especulação na mídia”, informa Medina.

O maior ganho para o veículo reprogramado é o torque maior com uma rotação menor, o que pode levar a economia de combustível, um desgaste menor das peças do motor e uma condução mais segura em estradas. Mas para isso é preciso conhecer o procedimento e realiza-lo em locais seguros, onde a tradição nas pistas, o desenvolvimento contínuo e a qualidade são encontradas.

Sobre SFI Chips

Pioneira na preparação de carros, a SFI Chips coleciona títulos. Dentre eles está o de doze vezes campeã do Rally dos Sertões, um dos eventos que reúnem o maior número de apaixonados por velocidade e desafios. A empresa, legitimamente brasileira, atua há mais de 10 anos no mercado e conta com a chancela de Ingo Hoffmann, considerado a lenda do automobilismo brasileiro, doze vezes campeão da Stock Car.

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Especialista explica o que é mito no transplante capilar

Especialista explica o que é mito no transplante capilar

Popularização da técnica aumenta as dúvidas em relação ao procedimento e seus resultados

Março de 2019 – A cirurgia de transplante capilar é cada vez mais procurada por pessoas que desejam recuperar os fios de cabelo do couro cabeludo, cobrir cicatrizes e até mesmo reparar falhas em algumas regiões do corpo, como barba e sobrancelhas. De acordo com o médico especialista em transplante capilar, Leandro Ribeiro Mauro, as pessoas ainda têm muitas dúvidas ao chegar no consultório. “Surgem muitos questionamentos como por exemplo, o aspecto depois do transplante, o crescimento dos cabelos e se eles voltarão a cair”, conta o especialista.

Para esclarecer algumas das dúvidas mais frequentes, Dr. Leandro elencou uma lista de mitos e verdades.

1 – Posso receber cabelo de outra pessoa?

Mito – A cirurgia de transplante capilar usa o receptor como próprio doador, ou seja, os fios retirados de uma área serão implantados em outra área na mesma pessoa. Isso evita problemas como a rejeição dos fios.

2 – Pessoas mais velhas apresentam melhores resultados em transplante capilar?

Parcialmente verdade – Em pessoas mais velhas, com a queda definida, é possível realizar transplante capilar com mais chances de sucesso. Em pacientes mais jovens a evolução da calvície pode ser necessária uma segunda sessão para cobrir novas áreas calvas.

3 – Posso fazer o transplante em qualquer idade?

Verdade – O transplante pode ser realizado em praticamente qualquer idade, desde que a indicação seja bem feita: “a cobertura de uma deformidade estética, como uma cicatriz, pode ser realizado em qualquer idade se for muito evidente, já para a calvície androgenética padrão, orienta-se aguardar o máximo possível, de preferência após os 35 anos, quando a calvície já tem o seu padrão determinado. Em pacientes mais novos deve ser avaliado o impacto psicológico que essa calvície impõe sobre o paciente, sendo em muitos casos indicado o transplante”.

4 – Pessoas completamente carecas/calvas não podem realizar o procedimento.

Mito – Independente do grau de calvície, a pessoa poderá fazer o transplante capilar desde que tenha áreas e pelos saudáveis de onde serem extraídos. “Procuramos harmonizar a distribuição de fios, e para isso é necessário que os fios transplantados sejam de boa qualidade e que haja uma boa área para extração”.

5 – Fiz um transplante capilar que não deu certo. Posso corrigi-lo com outra cirurgia?

Verdade – É possível corrigir e até mesmo melhorar o aspecto de uma região que já recebeu transplante capilar, entretanto, o método e os resultados variam caso a caso.

6 – Somente o couro cabeludo pode receber os fios transplantados?

Mito – As sobrancelhas e barbas também podem receber fios, além de outras partes do corpo, como os pelos pubianos, por exemplo, que servem tanto para doar fios, quanto para receber e restaurar e aumentar volume, comum na Ásia.

7 – Podem ser extraídos fios do braço, peitoral e da própria cabeça para o transplante?

Verdade – “Os fios a serem transplantados podem ser de diversas partes do corpo, no entanto é necessário analisar a qualidade do fio e o local que vai receber esse fio para que o resultado final seja harmônico”, afirma o especialista.

8 – O fio conserva a memória de onde foi extraído?

Verdade – “Se retirarmos um fio do couro cabeludo e transplantarmos para a sobrancelha, por exemplo, esse fio tende a crescer mais que os outros naturais do mesmo lugar, por isso é necessário que seja aparado com frequência”.

9 – A cirurgia de transplante capilar não deixa cicatrizes.

Mito – As cicatrizes desse procedimento não são visíveis, pois geralmente são cobertas pelo crescimento dos fios. Dependendo da técnica realizada para extração dos fios vai existir uma única cicatriz linear ou diversas microcicatrizes pontuais na área de onde foram retirados os enxertos.

10 – O procedimento causa muita dor.

Mito – O procedimento de transplante capilar é minimamente invasivo. Dores e incômodos, raramente relatados, são resolvidos com analgésicos comuns, prescritos logo após o procedimento.

11 – O cabelo transplantado não cai mais?

Parcialmente verdade – Os fios transplantados são retirados de áreas que sofrem menor ação do hormônio DhT, responsável pela queda, por isso, a tendência é que os fios não caiam. “Logo após o procedimento, os fios crescem, mas caem novamente e em seguida voltam com mais força. O cabelo cresce normalmente como cresceria na região de onde ele foi retirado, na taxa média de um centímetro ao mês”.

Clínica Dr. Leandro Ribeiro Mauro fica na Rua Portugal, nº 82 – São Francisco. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 41 3079.2282, pelo site http://www.drleandromauro.com.br, ou por meio da página da clínica no Facebook https://www.facebook.com/dr.leandromauro

 

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CRESCIMENTO DO VAREJO NO PAÍS FAZ COM QUE O SETOR ATACADISTA SUBA 9,7% EM TRÊS ANOS

>CRESCIMENTO DO VAREJO NO PAÍS FAZ COM QUE O SETOR ATACADISTA SUBA 9,7% EM TRÊS ANOS

Varejo cresce quase duas vezes mais que atacado desde 2015

Curitiba, 19 de abril de 2018 – Com o reaquecimento da economia nos anos últimos anos, vê-se cada vez mais setores crescendo no Brasil, dentre eles o atacadista, que apresenta bons números desde 2015.

Por outro lado, com o crescimento do mercado varejista, se torna imprescindível que existam distribuidores de mercadorias em maior escala, e aí entra o setor atacadista.

Segundo o diretor executivo do Empresômetro, empresa brasileira de inteligência de negócios, Otávio Amaral, são duas as perspectivas nesses dados. “Crescendo o varejo e aumentando a demanda, cresce também o setor atacadista para atender aquele setor, mas também demonstra que nos últimos anos a migração de pessoas para empreendimentos próprios foi bastante elevada, fazendo com que o setor varejista crescesse duas vezes mais que o atacadista”.

De acordo com os dados do Empresômetro, o crescimento médio do atacado foi de 9,69%, enquanto o varejo bateu a casa dos 22%. Veja na tabela abaixo a quantidade de empresas abertas nos anos de 2015, 2016 e 2017, bem como a variação percentual no período.

 

ACRE 19.498 21.245 23.173
ATACADO 1.088 1.129 1.171 7,63
VAREJO 18.410 20.116 22.002 19,51
ALAGOAS 66.236 73.245 81.241
ATACADO 3.452 3.690 3.966 14,89
VAREJO 62.784 69.555 77.275 23,08
AMAPA 18.245 19.846 21.581
ATACADO 1.435 1.512 1.578 9,97
VAREJO 16.810 18.334 20.003 18,99
AMAZONAS 71.740 77.990 85.093
ATACADO 4.731 4.867 5.045 6,64
VAREJO 67.009 73.123 80.048 19,46
BAHIA 352.176 384.932 423.387
ATACADO 20.093 20.934 21.916 9,07
VAREJO 332.083 363.998 401.471 20,89
CEARA 204.239 224.609 248.090
ATACADO 10.327 10.611 10.939 5,93
VAREJO 193.912 213.998 237.151 22,30
DISTRITO FEDERAL 89.084 97.912 108.253
ATACADO 6.217 6.572 6.944 11,69
VAREJO 82.867 91.340 101.309 22,25
ESPIRITO SANTO 106.410 118.971 133.356
ATACADO 7.570 7.824 8.294 9,56
VAREJO 98.840 111.147 125.062 26,53
GOIAS 209.121 228.878 252.579
ATACADO 18.467 19.438 20.489 10,95
VAREJO 190.654 209.440 232.090 21,73
MARANHAO 122.736 134.373 146.844
ATACADO 7.214 7.577 7.966 10,42
VAREJO 115.522 126.796 138.878 20,22
MATO GROSSO 112.135 121.753 134.215
ATACADO 12.602 13.273 14.004 11,13
VAREJO 99.533 108.480 120.211 20,78
MATO GROSSO DO SUL 76.302 83.847 92.709
ATACADO 5.701 5.896 6.120 7,35
VAREJO 70.601 77.951 86.589 22,65
MINAS GERAIS 512.961 561.967 623.959
ATACADO 39.614 41.098 42.589 7,51
VAREJO 473.347 520.869 581.370 22,82
PARA 141.364 159.303 180.232
ATACADO 12.618 13.473 14.343 13,67
VAREJO 128.746 145.830 165.889 28,85
PARAIBA 82.083 91.791 103.269
ATACADO 4.154 4.294 4.464 7,46
VAREJO 77.929 87.497 98.805 26,79
PARANA 371.850 401.723 438.230
ATACADO 38.797 40.667 42.556 9,69
VAREJO 333.053 361.056 395.674 18,80
PERNAMBUCO 190.765 209.830 232.751
ATACADO 15.913 16.618 17.454 9,68
VAREJO 174.852 193.212 215.297 23,13
PIAUI 67.179 73.379 80.390
ATACADO 3.958 4.135 4.327 9,32
VAREJO 63.221 69.244 76.063 20,31
RIO DE JANEIRO 395.766 442.902 494.727
ATACADO 37.774 39.251 40.756 7,89
VAREJO 357.992 403.651 453.971 26,81
RIO GRANDE DO NORTE 74.491 83.049 93.435
ATACADO 3.993 4.211 4.438 11,14
VAREJO 70.498 78.838 88.997 26,24
RIO GRANDE DO SUL 397.328 425.940 462.393
ATACADO 44.092 45.503 46.899 6,37
VAREJO 353.236 380.437 415.494 17,63
RONDONIA 46.491 50.780 56.240
ATACADO 5.432 5.643 5.939 9,33
VAREJO 41.059 45.137 50.301 22,51
RORAIMA 12.453 13.583 14.904
ATACADO 1.146 1.219 1.278 11,52
VAREJO 11.307 12.364 13.626 20,51
SANTA CATARINA 201.799 221.050 244.883
ATACADO 26.712 28.087 29.619 10,88
VAREJO 175.087 192.963 215.264 22,95
SAO PAULO 1.375.372 1.495.811 1.635.338
ATACADO 133.344 139.205 145.185 8,88
VAREJO 1.242.028 1.356.606 1.490.153 19,98
SERGIPE 36.662 40.573 44.916
ATACADO 2.690 2.860 3.037 12,90
VAREJO 33.972 37.713 41.879 23,28
TOCANTINS 42.989 47.168 52.190
ATACADO 3.602 3.781 3.972 10,27
VAREJO 39.387 43.387 48.218 22,42
Totais 5.397.475 5.906.450 6.508.378

 

Sendo que o setor atacadista obteve maior avanço nos estados do Alagoas, com 14,88%, Pará, com 13,67% e Sergipe, com 12,89%.

 

 

Já no varejo, o estado do Pará passa para a primeira colocação com 28,85% de crescimento em empresas do setor, seguido por Rio de Janeiro, com 26,81% e Paraíba, com 26,79%. Alagoas aparece na oitava posição, com 23,08%.

O que se pode deduzir desses números também é que o varejo cresceu mais que o dobro do atacado em três anos, 2,3 vezes mais em média, demonstrando quantitativamente a análise do Empresômetro.

Ainda como os dados sugerem, não há relação do crescimento dos setores com a expansão local, visto que as posições se alternam quando comparadas as informações.

Sobre o Empresômetro

O Empresômetro é uma startup voltada para inteligência de mercado, oferecendo, informações atualizadas sobre as empresas brasileiras, sejam ativas ou inativas. Por meio de metodologia única e exclusiva, mantém os dados de empresas que realmente estão ativas no Brasil, cruzando informações de diversos órgãos e entidades, sendo a primeira a oferecer as informações de forma simplificada pela web, com base em dados atualizados em tempo real.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2117-7300 ou pelo site www.empresometro.com.br.

*Os dados utilizados pelo Empresômetro estão à disposição da imprensa e podem ser obtidos através dos e-mails abaixo.

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ESCRITÓRIO DE DIREITO TRIBUTÁRIO LANÇA SÉRIE PARA AUXILIAR A ENTREGA DA DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA 2018

ESCRITÓRIO DE DIREITO TRIBUTÁRIO LANÇA SÉRIE PARA AUXILIAR A ENTREGA DA DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA 2018
Vídeos do escritório Amaral, Yazbek advogados ajuda a sanar as dúvidas mais frequentes do contribuinteFaltam treze dias para a entrega da Declaração do Imposto de Renda, e apenas 38% dos paranaenses já entregaram a sua declaração. Para ajudar a sanar as dúvidas mais frequentes dos contribuintes, um dos mais renomados escritórios de advocacia na área tributária, Amaral, Yazbek Advogados, lançou uma série de vídeos sobre Imposto de Renda – Pessoa Física.
O conteúdo é voltado a esclarecer as dúvidas mais frequentes dos contribuintes quanto à Declaração do Imposto sobre a Renda e será apresentado durante todo o mês de abril pela advogada Sabrina Cavallari, integrante da equipe Amaral, Yazbek Advogados.
Os episódios abordam o “Direito da Inteligência de Negócios”, os aspectos gerais do IRPF, inteligência fiscal e as novidades da Declaração de 2018, com as explanações sendo oferecidas pelos advogados tributaristas Gilberto Luiz do Amaral e Mayara Lobo.
O conteúdo é gratuito e aberto ao público e o canal pode ser acessado no seguinte link: https://goo.gl/zfWvBU
Vale lembrar que o prazo de entrega das declarações do IRPF e acerto de contas com o Leão é dia 30 de abril.
Confira abaixo a programação da série que contará com seis episódios:
1º Episódio – 05/04: Aspectos Gerais do IRPF, Inteligência Fiscal e as novidades da Declaração de 2018 – Dr. Gilberto Luiz do Amaral e Dra. Mayara Lobo.
2º Episódio – 10/04: Rendimentos Recebidos Acumuladamente para fins de IRPF – Dr. Guilherme Dometerco e Priscila Dias.
3º Episódio – 12/04: Atualização de valores imobiliários para fins de IRPF – Dr. André Oliveira e Dr. Rafael Tomazeti.
4º Episódio – 17/04: Ganhos de Capital – Dra. Tailane Moreno Delgado Moro e Dr. João Eloi Olenike.
5º Episódio – 19/04: Bens e Ativos no Exterior para fins de IRPF – Dra. Letícia Mary Fernandes do Amaral e Dr. Arthur Achiles.
6º Episódio – 24/04: Aplicações Financeiras e as Criptomoedas – Dr. Cristiano Lisboa Yazbek e Rodrigo Bezrutchka.
Sobre Amaral, Yazbek Advogados
Criado em 1985, o escritório Amaral, Yazbek Advogados (AY) consolidou sua tradição e expertise na advocacia tributária, contenciosa e consultiva. Foi pioneiro em aliar sua alta especialização na área às peculiaridades de outros ramos do direito e de determinados setores econômicos. Como consequência de profundo estudo sobre direito, tecnologia e inteligência de negócios, lançou o conceito de Direito da Inteligência de Negócios como sendo o alicerce entre o direito e o mundo empresarial.

Com uma visão estratégica e atuação nacional, o escritório se diferencia também pela prestação de serviços de Governança Jurídica, com enfoque nas áreas Tributária e de Compliance, o que abrange diagnóstico, planejamento e assessoria completa aos seus clientes.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 41 3595-8300 ou pelo site http://ayadvogados.com.br

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Janaína Fogaça
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Julgado inédito: tributos não devem compor base de cálculo da COFINS e da contribuição ao PIS

Em sentença da 1ª Vara Federal de Barueri, Amaral, Yazbek Advogados consegue inédita extensão do entendimento do STF quanto à composição da base de cálculo do PIS e COFINS

Curitiba, 11 de abril de 2018 – Em mais um julgamento inédito na área tributária, a 1ª Vara Federal de Barueri estendeu o entendimento do Supremo Tribunal Federal no Recurso Extraordinário nº 574.706/PR, em que retirou o ICMS da base de cálculo para incidência do PIS e COFINS.

“Essa é mais uma vitória, trazendo uniformidade de interpretação ao Direito Tributário, e é provável que a decisão seja confirmada nas instâncias superiores”, afirma a advogada tributarista, sócia do Escritório Amaral, Yazbek Advogados, Letícia Mary Fernandes do Amaral, que impetrou o mandando de segurança, gerando essa decisão.

Com isso, abre-se um precedente importante que merece a atenção de todos os contribuintes que pagam tributos como ISS, CPRB, COFINS, ICMS, CSLL, entre outros. Mas devem atentar para o prazo prescricional de cinco anos, contados a partir do pagamento a maior do PIS e da COFINS.

Segundo o juiz relator do processo nº 50001256020174036144, com relação a não inclusão da parcela a título dos demais tributos na base de cálculo do PIS e da COFINS, a análise jurídica é a mesma daquela procedida quanto ao ICMS, já que a situação jurídica é idêntica.

A partir da sentença, o contribuinte impetrante do Mandado de Segurança já pode deixar de incluir os tributos na base de cálculo do PIS e da COFINS, já que foi determinado que o fisco se abstenha de exigir tais verbas e se prive de adotar qualquer ato material de cobrança dos referidos valores a maior. Após o término da ação, ficou ainda permitida a compensação dos valores já recolhidos para quitar outros débitos com a União.

Veja nesse link o inteiro teor da decisão.

Sobre Amaral, Yazbek Advogados

Criado em 1985, o escritório Amaral, Yazbek Advogados (AY) consolidou sua tradição e expertise na advocacia tributária, contenciosa e consultiva. Foi pioneiro em aliar sua alta especialização na área às peculiaridades de outros ramos do direito e de determinados setores econômicos. Como consequência de profundo estudo sobre direito, tecnologia e inteligência de negócios, lançou o conceito de Direito da Inteligência de Negócios como sendo o alicerce entre o direito e o mundo empresarial.

 

Com uma visão estratégica e atuação nacional, o escritório se diferencia também pela prestação de serviços de Governança Jurídica, com enfoque nas áreas Tributária e de Compliance, o que abrange diagnóstico, planejamento e assessoria completa aos seus clientes.

 

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Instituto Amiga dos Sonhos transforma em realidade o sonho de mulheres carentes em Curitiba e região

Ações são realizadas por voluntárias, pessoas ou empresas

 

Curitiba, 10 de abril de 2018 – Realizar o sonho de mulheres de maneira voluntária em Curitiba e entorno; esse é o propósito do IAS – Instituto Amiga dos Sonhos. Criado em 2011, o instituto já tornou realidade mais de 163 sonhos, beneficiando 6.599 pessoas em 35 campanhas de sucesso, nas quais contou com a ajuda de cerca de centenas de voluntárias, carinhosamente chamadas de fadas madrinhas, pois são a versão concreta das personagens dos contos de fadas. Esses dados podem ser acompanhados pelo “Sonhômetro”, disponível no site da entidade.

 

Mas o IAS quer realizar muito mais em 2018. Além das campanhas anuais, alicerçadas em datas e períodos pré-definidos, como Páscoa, Campanha do Agasalho, Dia das crianças e Natal, o Instituto almeja ser o elo de responsabilidade social entre empresas da região – sobretudo as empresas que, por lei, têm a obrigação de divulgar balanço social, que é o resumo da sua gestão econômico-social, demonstrando a responsabilidade social com a comunidade onde o empreendimento está inserido.

De acordo com sua Presidente, Jussara Amaral, o Instituto Amiga dos Sonhos almeja firmar parcerias com empresas para investigar, selecionar e realizar sonhos de suas colaboradoras mais carentes. “Não se trata apenas de ofertar benefícios na forma de auxílio alimentação ou participação em lucros, por exemplo. O foco do IAS é ser um parceiro para investigar sonhos mais singelos de funcionárias – como um dia da beleza ou um tratamento dentário – e buscar realizá-los”.

 

Para isso, o IAS, que já conta com diversos perfis de voluntárias nas mais diferentes áreas de atuação, pretende ampliar essa rede com a participação da própria empresa parceira e de voluntárias não carentes dentro dessas mesmas empresas, que queiram colocar em prática seu lado assistencial. “Todos saem ganhando: a pessoa beneficiada, por ter seu sonho realizado; a empresa parceira, por aprimorar sua responsabilidade social; a rede de voluntárias, por praticar o assistencialismo e o IAS, por ver seu objetivo atingido”, completa Jussara.

 

As ações do Instituto partem de um mesmo lema: fazer o bem. Isso serve também para a Loja do Sonhos, iniciativa do IAS para arrecadação de doações (roupas e objetos) e venda à comunidade carente a preços bem módicos. A Loja fica localizada no bairro Fazendinha e recebe doações de segunda a sexta-feira das 9h às 17h.

 

Além disso, em 2018, parte do estoque da Loja foi direcionado ao Provopar (Programa do Voluntariado Paranaense) para atender às diversas famílias carentes que foram vítimas das fortes chuvas e enchentes que assolaram Curitiba e região no mês de março.

 

Se interessou? Que tal ajudar também?

 

Além das parcerias com empresas e das doações à Loja dos Sonhos, o IAS precisa constantemente de voluntárias. Profissionais ligadas à saúde e educação podem doar parte do seu tempo e um pouco de suas habilidades. “São essas as únicas “moedas” circulantes no IAS, já que não trabalhamos com arrecadação de dinheiro”, afirma Jussara.

 

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3595-8307 ou pelo site www.amigadossonhos.com.br. A Loja dos Sonhos fica na Rua João Betega, 1900.

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BARBA, CABELO E BIGOTE! TÉCNICAS DE TRANSPLANTE CAPILAR LIVRAM PACIENTES DA CALVÍCIE

Métodos podem ser utilizados para transplante de cabelos, barba, bigode e sobrancelhas e também em regiões pubianas e no peito

Curitiba, 03 de abril de 2018 – A vaidade sempre fez a cabeça dos brasileiros. Não à toa, o país ocupa o segundo lugar no número de intervenções estéticas. São cirurgias plásticas, colocação de implantes de silicone, cirurgias bariátricas e também a mais nova febre: transplante capilar. Nessa modalidade, o país está na terceira posição no ranking mundial, perdendo apenas para os Estados Unidos e Turquia.

De acordo com o especialista em transplante capilar, Dr. Leandro Ribeiro Mauro, o brasileiro tem simpatia por procedimentos estéticos, ainda mais se somados à vaidade da população. “Os cabelos são a moldura do rosto, mas ao contrário do que se pensa, as técnicas de transplante não servem exclusivamente para implantar fios na cabeça, mas também barba, bigode e sobrancelhas”, conta o profissional.

Outra modalidade que é bastante comum na Itália e em países da Ásia, mas que está ganhando adeptos também no Brasil é o transplante em lugares poucos comuns, como o peito e a região do púbis. “Em países asiáticos, já existe bastante procura por transplante de pelos no peito e também em regiões pubianas, tanto masculinas como femininas. E isso está diretamente ligado à cultura desses povos e regiões”, afirma o especialista.

Pelos pra que te quero

As cirurgias mais realizadas em relação a transplante capilar são as de cabelos, barbas e sobrancelhas. Muitas vezes, a técnica serve para corrigir uma região falhada, seja por problemas genéticos, de queda ou para cobrir cicatrizes.

Atualmente a FUE (Follicular Unit Extraction) – técnica minimamente invasiva de extração do folículo capilar, permite que sejam transplantadas células do próprio paciente, com menor área doadora e maior assertividade no tratamento, tendo grande impacto no resultado final, ou seja, um cabelo natural e que guardará a memória de onde foi retirado. “Ele (cabelo) não cai mais, porque utilizamos folículos não afetados pela genética, assim, quando transplantados, os fios terão a mesma vida daqueles que não têm a tendência às quedas”, ressalta Dr. Leandro Mauro. Geralmente, os fios transplantados podem cair após duas semanas, mas os folículos permanecem no local e, após cerca de três meses, eles começam a crescer lentamente, podendo continuar a aparecer novos fios até 18 meses depois do procedimento cirúrgico.

Nos transplantes de barba, por exemplo, pode-se obter um bom resultado, dando à barba o aspecto natural que os homens tanto desejam. “O procedimento é similar ao transplante de cabelo, fios de uma determinada região são retirados e transplantados para outra área, num procedimento fio a fio, até obter o efeito desejado e com muita naturalidade”, relata o especialista, que destaca que as técnicas podem variar de acordo com cada caso.

“É um procedimento relativamente simples, com anestesia local e o paciente vai para casa no mesmo dia, tendo apenas que tomar alguns cuidados com a região e podendo raspar a barba em torno de sete a dez dias após o procedimento”, diz Dr. Leandro Mauro, que completa: “não há cicatrizes visíveis”.

Quando o assunto são as sobrancelhas, o profissional destaca que como os fios são retirados do couro cabeludo, eles manterão suas características e irão crescer na mesma proporção da sua origem. Ao contrário de técnicas como a maquiagem definitiva e micropigmentação, que demandam vários retoques, a técnica de transplante de sobrancelhas requer apenas manutenção. “O fio guarda a memória do local de onde foi extraído. Geralmente, tiramos fios do couro cabeludo e implantamos nas sobrancelhas, e por conta da memória, ele cresce, o que requer que o paciente apare-os para mantê-los sempre perfeitos”, conta o especialista, que acrescenta que muitas vezes, as mulheres, por extraírem continuamente os fios, acabam ficando com as sobrancelhas falhadas, e o transplante ajuda a recuperar a aparência.

A cirurgia dura em média duas horas e o pós-operatório é simples, a área doadora fica um pouco inchada e os resultados aparecem por volta de um ano, uma vez que após o procedimento, os fios caem para dar espaço a novos fios”, afirma o especialista.

Resultados

Geralmente, os fios transplantados podem cair após duas semanas, mas os folículos permanecem no local e, após cerca de três meses, eles começam a crescer lentamente, podendo continuar a aparecer novos fios até 18 meses depois do procedimento cirúrgico.

O pós-operatório é tranquilo para o paciente, que em dois dias já pode voltar para suas atividades normais.

Uma das preocupações dos pacientes é quanto à aparência do transplante capilar, na disposição dos fios e o formato do cabelo. A técnica passou por grandes avanços nos últimos anos, sobretudo no que tange o resultado estético.

“Hoje o resultado do transplante capilar é muito natural, tudo é feito para seguir exatamente como é o cabelo natural do paciente, por isso além de tratar a calvície de forma definitiva o aspecto é totalmente natural”, conclui o especialista.

SOBRE DR. LEANDRO MAURO

Dr. Leandro Ribeiro Mauro é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduado em Dermatologia pelo Centro de Medicina Especializada, Pesquisa e Ensino (CEMEPE – MG).

Em 2010 começou a focar seus estudos e a participar de cirurgias na área de transplante de cabelos. Em 2012 foi para Nova York realizar treinamentos específicos em transplante capilar no Mount Sinai Hospital sob a tutela dos renomados Dr. Walter Unger, da Dra. Robin Unger e do Dr. Carlos Wesley, no qual obteve o título de International Fellow in Hair Transplantation.

A Clínica Dr. Leandro Ribeiro Mauro fica na Rua Portugal, nº 82 – São Francisco. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 41 3079.2282, pelo site http://www.drleandromauro.com.br, ou por meio da página da clínica no Facebook https://www.facebook.com/dr.leandromauro

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COWORKINGS BUSCAM INOVAÇÃO E SE MANTÊM COMO OPÇÃO ECONÔMICA PARA PROFISSIONAIS

Depois do “boom” de espaços colaborativos, tendência dos ambientes é ampliar serviços

Curitiba, 03 de abril de 2018 – As relações de trabalho mudaram, e com elas, mudou também o perfil dos negócios. Pessoas que antes ocupavam posições em empresas privadas, hoje são donas do próprio negócio e saíram da informalidade e, nesse passo importante, contaram com os coworkings, espaços compartilhados para dar corpo ao seu empreendedorismo.

Dados do censo realizado pelo Coworking Brasil revelam que são cerca de 810 espaços compartilhados no país, com 56 mil estações de trabalho. Além de movimentar a economia, esses espaços promovem a empregabilidade. São cerca de 2.326 mil funcionários contratados pelos espaços. O Paraná concentra 69 coworkings, 44 deles só em Curitiba.

Para a empreendedora e proprietária do Curitiba Coworking, Rosiane Kochanovecz, a tarefa de manter um espaço como esse não é tão simples quanto parece. “Para o empreendedor é ótimo. Aqui no Curitiba Coworking, por exemplo, ele tem à sua disposição salas de reunião e eventos, salas de atendimento individuais, estações de trabalho e até mesmo uma cozinha. Tudo com acesso à internet Wi-fi, sem contar na comodidade de poder fazer desse local o seu endereço empresarial para correspondências, mas para quem oferece esse serviço, isso também tem um preço, pois estamos colocando a nossa estrutura a serviço de terceiros, e isso também envolve mão de obra”, conta a empresária.

Desde 2016 no mercado, o Curitiba Coworking conhece bem os altos e baixos enfrentados por quem resolve empreender e aposta no coworking como alternativa. “Nos encontros que fazemos todas às primeiras terças-feiras do mês com empreendedores que aqui estão e convidados, falamos sobre a importância de o profissional se reinventar, de se manter atualizado e fazer sua rede de contatos, porque, muito além de um espaço para chamar de seu, o coworking serve para agregar e aproximar pessoas das mais diferentes áreas de atuação para que possam promover negócios entre si”, diz Rosiane.

Reduzir custos, aumentar interação

Um dos motivos que levam as pessoas a buscarem coworkings é a redução de custos. Ao invés de se comprometerem com um longo contrato de locação de uma sala comercial, gerando custos com aluguel e condomínio, os empreendedores vêm no coworking a possibilidade de formalizar o seu negócio pagando uma mensalidade que não chega nem perto dos custos fixos de um espaço comercial, com uma estrutura muitas vezes superior à dos espaços comercializados pelas imobiliárias.

“Oferecemos estrutura para que os profissionais tragam seus negócios para cá e sejam atendidos confortavelmente, além de aumentar sua rede de contatos. A ideia de chegar e usar, certamente, faz toda a diferença”, afirma Rosiane.

De acordo com o diretor do Empresômetro, Otávio Amaral, os coworkings seguiram uma tendência iniciada nos Estados Unidos em 2005 e que chegou ao Brasil no ano de 2008, quando a ideia de espaços colaborativos era pouco difundida, mas ele alerta, quem não se atualizar, vai ficar para trás. “Com a abertura de vários espaços colaborativos, o mercado de coworkings viveu uma ‘febre’ e inflou, mas só seguiu adiante quem conseguiu antever esse momento e foi mais ousado. Para se manter no mercado, sendo proprietário desse tipo de negócio, o empreendedor precisa ousar, ser diferente, se destacar, senão, poderá ter que fechar as portas”, revela Amaral.

E ousadia não faltou para Rosiane. O Curitiba Coworking não oferece somente salas e estações de trabalho, mas também promove eventos, como cursos, palestras e até mesmo desfiles de moda. “Não costumamos dizer não ao empreendedor. Essa palavra é proibida aqui dentro. Adaptamos o nosso espaço a necessidade do nosso cliente, e por conta disso, já realizamos convenções de empresas, cursos de idiomas, palestras de grupos de mulheres empreendedoras e até sessões de reiki. Em breve vamos oferecer, juntamente com o INPP – Instituto Nacional de Parapsicologia Psicometafísica, um curso de Parapsicologia, com duração de um ano e encontros mensais”, conclui.

O Curitiba Coworking fica na Rua Paraíba, 3496, Bairro Portão – Curitiba/Pr. Mais informações podem ser obtidas no perfil oficial do Curitiba Coworking no Facebook, o https://www.facebook.com/CuritibaCoworking/, ou pelo telefone (41) 99723-1738.

Sobre Curitiba Coworking – Fundado em 2016, o Curitiba Coworking é um espaço de economia compartilhada ideal para empreendedores, profissionais liberais, autônomos, representantes comerciais, palestrantes e demais pessoas que estejam em busca de novas parcerias e expansão dos negócios. O espaço fornece serviços de recepção e gerenciamento de correspondência, locação de diferentes tipos de salas para atendimento individual, eventos e reuniões. O local conta ainda com cozinha, recepção, armários individuais, internet de alta velocidade e estacionamento. O Curitiba Coworking está localizado, no bairro Portão, em Curitiba, nas imediações dos shoppings Palladium e Total e ao Terminal do Portão.

 

 

INSTITUTO BRASILEIRO DE PLANEJAMENTO E TRIBUTAÇÃO OFERECE CURSOS NA ÁREA TRIBUTÁRIA

Braço educacional do Grupo promove módulos presenciais e à distância

Curitiba, 02 de abril de 2018 – Promover a educação continuada em tributação com qualidade é o propósito do IBPT Educação, braço educacional do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação. Desde 1992, o IBPT atua reconhecidamente na área de inteligência tributária ao realizar pesquisas, estudos e análises para gerar conhecimento e esclarecer a população sobre o complexo sistema tributário brasileiro. Ao mesmo tempo, vem transmitindo informações e dando consultoria estratégica sobre carga tributária setorial, implementando sistemas de governança tributária e desenvolvendo ferramentas e métodos a fim de incrementar a lucratividade das empresas.

De acordo com a coordenadora de cursos do IBPT Educação, Letícia Amaral, o Grupo sentiu a necessidade de compartilhar conhecimentos na área tributária quando a procura do mercado e de profissionais especializados por assuntos relativos a tributação começou a crescer, muito em virtude do constante cenário de mudanças enfrentadas pelo país no âmbito econômico. “O instituto tem como foco o treinamento profissional nas áreas de governança e compliance tributários, promovendo, além de congressos e eventos presenciais, cursos de educação à distância para tornar a educação tributária acessível a todos”, afirma Letícia.

Os alunos do IBPT Educação ainda têm a oportunidade de enviar artigos para publicação na Revista Governança Tributária, de tiragem semestral.

Atualmente, seis cursos estão disponíveis na plataforma. São eles: Tributação socioambiental e auditoria, Formação de tributarista, Planejamento tributário, Teoria e Prática da Governança Tributária, Introdução ao Direito Tributário e Formação de tributarista+Planejamento tributário.

Dentre as vantagens oferecidas pelos cursos do IBPT Educação estão: conteúdo online disponível para que o aluno estipule seu horário de estudo; Conteúdo atualizado e de qualidade elaborado por especialistas reconhecidos como alguns dos melhores profissionais do mercado e materiais complementares: os alunos IBPT recebem em primeira mão os estudos e materiais divulgados sobre a carga tributária brasileira e para os profissionais com registro profissional nos CRC´s, todos eles contam pontos para o Relatório Anual de Atividades.

As matrículas podem ser realizadas por meio do site do Instituto.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2117-7300 ou pelo site http://educacao.ibpt.com.br/

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